O facto de se condenar o uso de armas químicas na Síria não é o mesmo que aplaudir o ataque dos EUA. A rapidez com que já se concluiu que tinha sido Bashar al-Assad o responsável, aceitando a intervenção dos EUA sem mais explicações e à margem das Instituições internacionais, recorda o que se passou com a manipulação informativa aquando da guerra do Iraque, nomeadamente com a evidência de existência das armas de destruição maciça. Não podemos, no entanto, escamotear que houve, de facto, um horrível ataque com armas químicas.
Mas a estratégia do PCP de tentar desviar o assunto que se discute com outros horríveis pecados do adversário, desculpabilizando os seus aliados, é também conhecido, arcaico e desonesto.