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05 janeiro 2026

Da loucura dos ditadores e do apaziguamento dos fracos

"Precisamos da Gronelândia do ponto de vista da segurança nacional, e a Dinamarca não vai conseguir fazê-lo", disse em resposta à pergunta de um repórter, a bordo do Air Force One, a caminho de Washington, depois de mais um fim de semana em Mar-a-lago, estância de luxo na Florida onde acompanhou a invasão do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas. "Vamos preocupar-nos com a Gronelândia daqui a dois meses... vamos falar da Gronelândia daqui a 20 dias", reforçou, colocando pela primeira vez prazos concretos, ainda que confusos, para avançar contra um território de um país aliado da NATO.

Jornal de Notícias

Desde a eleição de Donald Trump que todos os dias são dias de caminhada tresloucada em direção ao abismo.

Não vale a pena convencermo-nos de que, se não o provocarmos, se formos suficientemente subservientes e bajuladores, se continuarmos a tentar encontrar racionalidade onde apenas existe o posso, quero e mando e o mundo é de quem grita mais e violenta mais, estamos a evitar um conflito aberto e armado.

Ele soará quando Trump quiser, ou quando as forças que ele libertou e que saíram por debaixo das pedras o entenderem.

Não desistamos dos valores que distinguem a Humanidade e o Humanismo. A loucura dos ditadores não se apazigua, como bem se viu antes da II Guerra Mundial.

Haja dignidade e solidariedade. No mínimo.

03 janeiro 2026

Botas cardadas

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Trump diz que não vai deixar a Venezuela nas mãos do regime atual e que assistiu à captura de Maduro "como se fosse uma série de TV"

 

Ouvimos o Presidente Trump, que se ufana de uma operação militar que o mundo não via desde a II Guerra Mundial, que assume que pode vir a tomar conta da Venuzuela, ele, e que as companhias americanas irão tomar conta do petróleo venezuelano.

Isto após ter aparecido uma informação em rodapé de que o mesmo Trump iria avaliar a capacidade de Corina Machado liderar a Venezuela.

Pelos vistos já decidiu.

Sim, desde a II Guerra Mundial que não víamos este nível de loucura.

Botas cardadas.

"Hoje foi a Venezuela, amanhã quem será?" Dos candidatos presidenciais só Ventura não critica ataque de Trump, mas há tons muito diferentes

 

03 abril 2025

Trump - O Ditador do século XXI

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E difícil acreditar que algum dia os Estados Unidos da América se transformariam numa ditadura.


É muito difícil aceitar que um dos mais importantes e significativos baluartes da Liberdade resvala para uma sociedade fechada, sem liberdade de imprensa, sem separação de poderes, sem garantias de igualdade ou justiça para os seus cidadãos, sem qualquer pejo em usar a força para deter e violentar pessoas que tenham a ousadia de mostrar opiniões diferentes, que proíbe livros, palavras, conceitos, que transforma a ciência em ideologia, que dizima o Departamento da Educação, que ameaça países de compra e/ou invasão, sem qualquer respeito pelo direito internacional, pelo direito dos povos à autodeterminação, que rasga a Constituição dos EUA.


Putin invadiu a Ucrânia. Irá Trump invadir a Gronelândia, anexar o Canadá?


Que ninguém diga que não sabia. Trump e os seus apaniguados foram suficientemente claros. O projecto 2025 está a ser rapidamente implementado.


É muito difícil assumir a realidade, os EUA a fazerem-nos regressar aos anos 30 do século XX. Mas assim é.


As nuvens adensam-se. Estaremos ainda a tempo de evitar maiores e piores males?

26 janeiro 2025

Cantata de Paz

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20 de janeiro de 2025


Ciclicamente, tudo o que entendemos ser a base comum do comportamento humano em sociedade, a matriz judaico cristã, em que os valores da solidariedade, da igualdade, o reconhecimento de direitos que fazem de nós seres humanos, transforma-se e desaparece, levando a situações de autoritarismo, de homogeneização num modelo idêntico, como se fossemos máquinas, a uma desigualdade e revolta que nos conduzem, inevitavelmente, ao papel de vítimas e algozes, de oprimidos e opressores.


A ignorância, a frustração, o racismo, o preconceito, o desprezo e desvalorização dos factos que transformam vacinas em opiniões políticas, o laxismo e a pobreza da linguagem, a violência, o deslaçar dos agentes culturais e dos que, quando nada mais há, nos asseguram a sobrevivência, a desqualificação de cada ser humano como único e irrepetível, como criador e executor do que imagina, como um dos pólos da infinita rede que se forma, sempre que se quebra a solidão.


Imigrantes ilegais, que tiveram o azar de nascer na miséria ou se transformaram em penas e pedras perdidas no mundo, gente com força suficiente para arriscar a própria vida, que tenta construir alguma felicidade e aconchego fora do seu país, que tenta conseguir alguma coisa que a transporte para condições mais dignas, mais fáceis, mais macias, têm peste.


Nestes tempos sombrios, os imigrantes são, por definição, criminosos, pelo que se transportam em aviões militares, algemados de pés e mãos. E o mundo que está a ruir vai ruir ainda mais. Não é só Trump, nos EUA, mas todos os governantes de extrema-direita dos países europeus, que deixaram de se envergonhar por dizerem os inimagináveis e perigosos absurdos que papagueiam, com poses de Estado e voz grossa.


Não faltarão ideias velhas, tristes, que querem reduzir a pó quem se lhes opõe: esvaziar Gaza de Palestinianos.


Sim, ele irá fazer o que prometeu. Ele e todos os outros que o têm como professor.


Temos ainda a certeza de que as tecnologias de informação, a nova comunicação, a inteligência artificial, manterão as realidades paralelas que servirem os seus interesses e desígnios. A transformação da inovação num instrumento do mais autoritário e aflitivo que existe – a perda da identidade como indivíduo, a perda da igualdade, da liberdade e a implosão das democracias.


Vemos, ouvimos e lemos


Não podemos ignorar [...]


Cantata de Paz


Sophia de Mello Breyner

28 setembro 2020

Fuga aos impostos

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The New York Times


Será que os americanos dão mais importância à fuga aos impostos que a todas as outras misérias de Trump?

26 janeiro 2017

À beira do abismo

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Temo que estejamos à beira de um abismo e que nos recusamos a acreditar - estado de negação.


Donald Trump é perigoso, como se demonstra.


 

22 janeiro 2017

Para os próximos 4 anos

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O Jornal Económico

A realidade a impor-se

Ainda ontem dizia que a administração de Trump ainda vai ser pior do que os nossos receios indicam. E assim parece. Esta foi a primeira conferência de imprensa. Imaginemos o que virá a seguir.


 



 

19 janeiro 2017

A nova era

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Expresso


 


Amanhã toma posse, como Presidente dos Estados Unidos, alguém que tem mostrado, durante a campanha e depois de vencer as eleições, que não tem a menor ideia da função que vai exercer.


 


Aqueles de nós que vão de espanto em espanto, com a secreta e adiada esperança de que, logo após a tomada de posse, as coisas possam mudar para melhor, ainda que ligeiramente, assistem assustadas e ainda incrédulas ao desfilar da degradação do que nos habituámos a pensar e ver como o Presidente da maior potência mundial.


 


Ninguém pode dizer que não sabia ao que ele vinha, pois ele foi e é claro. Não acreditaram, não valorizaram, ou então é mesmo isto que querem.


 


Amanhã toma posse um intervalo na sanidade mundial. só espero que seja curto e que não faça estragos irrecuperáveis.


 

Nova morada - do Sapo para o Blogger

Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...