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17 novembro 2024

O género de ideologias que se praticam

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A ultra-direita, à qual se juntam o CDS e o PSD, não se cansam de falar da ideologia de género, propagada pela esquerda e pela extrema-esquerda, que está a corroer o País, as almas, a moral e os bons costumes. Valha a verdade, estou totalmente de acordo com a opinião de David Marçal exposta neste artigo.


Mas quem pratica ideologia de género é mesmo o governo. Mal soube que a DGS ia trocar, temporariamente (até à digtalização dos mesmos), as cores azul e cor-de-rosa dos Boletins de Saúde Infantil e Juvenil pela cor amarela, condizendo com a do Boletim do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, apressou-se a reverter esta decisão, perigosíssima, como se depreende pela rapidez e forma como o fez (1 dia depois). João Almeida, essa excelsa figura, vigilante mor da tal ideologia, postou um pequeno texto na rede social X, antigo Twitter (é sempre assim que todos dizem) com a hashtag #naosomostodosamarelos.


Tal como assinala Sónia Sapage, com tantos assuntos graves e urgentes, este é o eleito para o top das prioridades.



“Os boletins de saúde infantil e juvenil, onde os pais registam as informações mais importantes da saúde e crescimentos dos filhos, já não são cor-de-rosa ou azuis e passaram a ter uma nova cor universal: o amarelo. Mas a mudança, segundo explica a Direcção-Geral da Saúde (DGS), será apenas temporária, já que se está a preparar a "desmaterialização" deste caderno. (…)


(…) "Atendendo à fase de transição em que nos encontramos, considerou-se importante abdicar das cores diferentes — o digital não terá cor — e, por uma questão gráfica, alinhar a cor à do boletim do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, a cor amarela", refere a DGS, (…)"


Público


“ (…) a DGS explica que os boletins rosa e azuis vão afinal voltar, "por decisão do Ministério da Saúde" do Governo de Luís Montenegro. (…)"


Público



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23 janeiro 2022

A uma semana das eleições

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A vitória de qualquer dos maiores partidos, PS ou PSD, é possível.


Tal como vaticinei aqui, Rui Rio beneficia de um élan de vitória e de seis anos de uma governação socialista dificílima nos últimos dois.


A derrota do OE abriu caminho à mudança, pelo cansaço e pela quebra de confiança, que penso quase inevitável, entre governantes e governados. Ao contrário de muitos jornalistas e comentadores, que começam a cavalgar a hipótese da vitória social democrata, começando a posicionar-se e a encontrar na estratégia de António Costa as razões de uma eventual derrota socialista, não me parece que seja esse o problema.


Teremos umas eleições disputadíssimas e espero que essa percepção possa motivar os cidadãos ao voto. Votar é mesmo aquilo que importa. Votar em massa, sem medo de COVID-19 ou de outras maleitas.


A maior peçonha é mesmo a abstenção, a descrença e o descrédito. A democracia faz-se todos os dias e só funciona se nós quisermos.


Tudo está em aberto. Por muito difícil que o futuro seja, com a nossa participação será mais fácil. E se há coisa que a pandemia demonstrou foi a importância, a força, a adaptabilidade e a indispensabilidade dos serviços públicos.


Por isso...............


............................ao voto!

12 maio 2019

Da abjecção - não pode valer tudo

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candidato Rangel


 


Acabo de ouvir o candidato Paulo Rangel a associar este governo e a sua negligência em relação ao SNS ao aumento da taxa de mulheres na gravidez e/ ou parto.


 


É absolutamente irresponsável fazer, neste momento, qualquer tipo de acusações, pois não se sabe, sequer, se este é um aumento pontual ou uma tendência que se irá manter; quando a escassez de dados e as opiniões de quem sabe desta matéria (tal como aconteceu com o aumento das mortes neo-natais) aconselham cautela e indicam como provável causa o aumento da idade das mulheres que engravidam.


 


Este é um assunto demasiado importante e grave para se usar desta forma obscena. Não pode valer tudo. Mesmo para um candidato como Paulo Rangel, isto é surpreendentemente mau.

14 janeiro 2018

Até 2019

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Nunca votaria em Rui Rio mas pelo menos, agora, há alguém credível à frente do PSD. É preciso que a oposição ao governo não seja feita de peseudofactos multiplicados pelos media e pelas redes sociais, para precipitar a queda de ministros, nem à hiperactividade afectiva do Presidente da República, mas a um combate político com nexo.

09 setembro 2017

Do incomensurável ridículo

Quem só lesse os títulos dos jornais, ficaria a pensar que a Geringonça estava por um fio, que o governo estava prestes a cair, tal o afundanço nas sondagens. 


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Afinal, o líder partidário que mais caiu, em relação às sondagens anteriores, foi mesmo Passos Coelho. Houve uma redução de intenção de votos no PS - de 0,5%. E um aumento no PSD - de 0,6%. A diferença entre a Geringonça (57,5%) e o PAF (35,5%), neste momento, e após todas as desgraças do Verão, que a direita explorou miseravelmente, é de 22%.


 


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De facto o governo desceu a sua popularidade, mas a oposição não lucra com isso. A tentativa que os jornais fazem para transformar uma situação estável em derrocada da Geringonça é patética e bem indicativa do desespero de quem agora defende a contratação de Assistentes Operacionais nas Escolas, e considera o crescimento fraco, após a legislatura de que ainda ninguém se esqueceu.


 


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14 agosto 2017

A nova estratégia

Marques Mendes anuncia crescimento da economia acima de 3%. A seguir o INE apura 2,8% também no 3º trimestre. Logo:


 


PSD: "Crescimento ficou aquém das previsões, mas continua a ser positivo"


 


Pelo que me lembro, as previsões do governo eram de um crescimento de 1,8%, que tem sido superado trimestre a trimestre. Aquém de Marques Mendes? A desvergonha do PSD não tem fim.

30 julho 2017

As generalidades que desresponsabilizam

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Hugo Soares


 


 


Como todos os sábados, ouvi calmamente o programa da Antena 2 Um certo olhar, com Gabriela Canavilhas, Luísa Schmidt, António Araújo e Luís Caetano. Como era de esperar falou-se no escândalo da última semana em relação à especulação jornalística e à instrumentalização política da desgraça, concretamente, do número de mortos no incêndio de Pedrógão Grande.


 


Independentemente do que concordei ou não concordei com o que foi dito, não deixa de me espantar a cuidadosa fuga dos presentes (com exceoção de Gabriela Canavilhas) em criticarem abertamente o Expresso pela divulgação de uma notícia objectivamente falsa, e também a generalização da crítica aos políticos pela utilização deste assunto como arma de arremesso político.


 


Na verdade foi o Expresso que, a 22 de Julho, faz uma capa em que afirma que a lista oficial dos mortos no incêndio exclui as vítimas de Pedrógão. Imediatamente após desta notícia o PSD e o BE reagiram pedindo explicações ao governo, lançando portanto o anátema de que o governo estava a esconder informação e que tinha obrigação de provar que não estava, tendo Assunção Cristas reagido mais tarde, na exigência de toda a verdade. Apenas o PCP se absteve de alimentar a polémica. Catarina Martins recuou dois dias depois, enquanto o PSD subiu de tom e, de forma insana, faz ultimatos e coloca prazos de resposta.


 


Portanto: não foram os políticos que instrumentalizaram o assunto, foram alguns políticos do PSD, do CDS e, inicialmente, do BE, enquanto o PCP se demarcou e o PS reagiu escandalizado.


 


Por outro lado é muito interessante observar o facto de António Araújo desvalorizar a responsabilidade do Expresso, assumindo no entanto que se fosse verdade (que havia mortos escondidos) seria grave. Como se verificou que era mentira, já não é grave o artigo (e a insistência) do Expresso?


 


A desvalorização e a generalização destes episódios inenarráveis são perigosas. Os políticos e os jornalistas não são todos iguais. Além disso parece que Francisco Pinto Balsemão se indigna com as falsidades divulgadas pelas redes sociais. São, de facto, horríveis, mas as redes sociais não são jornalismo. As responsabilidades não são as mesmas, como ele muito bem sabe, e as exigências também não. Ou será que os jornalistas do Expresso usam os métodos e agem com a ligeireza daqueles que twitam e divulgam disparates?


 


Mesmo depois de tudo o que aconteceu, o Expresso publica editoriais e outros artigos de opinião em que, em vez de se desculpar, tenta justificar o injustificável, virando os factos de forma a fazer crer que tinha toda a razão e que os outros - mais uma vez os políticos - é que tinham usado mal uma profunda e certeira reportagem, agitando o ataque à liberdade de imprensa e outros chavões como manobras de diversão.


 


É muito triste assistir a este descalabro no jornalismo livre e independente. Porque livre ele é, independente, já duvido, e jornalismo, é que não é mesmo.


 


Nota: Tem-se criticado a empresária que terá sido a fonte da notícia do Expresso. Mas quem tem a obrigação de verificar as fontes não são os jornalistas?

28 fevereiro 2017

Da inconclusão da Comissão de Inquérito à CGD - 1 (um - I - 1ª - pimeira)

Resolução da Assembleia da República n.º 122/2016


Constituição de uma comissão parlamentar de inquérito à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à gestão do banco


 


A Assembleia da República, (...) constitui uma comissão parlamentar de inquérito à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à gestão do banco, (...) com o seguinte objeto:


a) Avaliar os factos que fundamentam a necessidade de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos, incluindo as efetivas necessidades de capital e de injeção de fundos públicos e as medidas de reestruturação do banco;


b) Apurar as práticas de gestão da Caixa Geral de Depósitos no domínio da concessão e gestão de crédito desde o ano de 2000 pelo banco em Portugal e respetivas sucursais no estrangeiro, escrutinando em particular as posições de crédito de maior valor e/ou que apresentem maiores montantes em incumprimento ou reestruturados, incluindo o respetivo processo de aprovação e tratamento das eventuais garantias, incumprimentos e reestruturações;


c) Apreciar a atuação dos órgãos societários da Caixa Geral de Depósitos, incluindo os de administração, de fiscalização e de auditoria, dos auditores externos, dos Governos, bem como dos supervisores financeiros, tendo em conta as específicas atribuições e competências de cada um dos intervenientes, no que respeita à defesa do interesse dos contribuintes, da estabilidade do sistema financeiro e dos interesses dos depositantes, demais credores e trabalhadores da instituição e à gestão sã e prudente das instituições financeiras e outros interesses relevantes que tenham dever de salvaguardar.


 


Pelos vistos não interessa concluir esta Comissão de Inquérito. É muitíssimo mais importante descobrir o que exigia uma Administração que não chegou a funcionar, vasculhando os sms entre António Domingues e Mário Centeno.

23 fevereiro 2017

A nova estratégia

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Público


 


 


A nova estratégia da direita é desacreditar o Presidente da Assembleia da República, com queixas permanentes, linguagem de taberna e a requentada asfixia democrática.


 


O ruído é grande e só demonstra a ausência de conteúdo e a aridez da direita política. O descabelo da novela dos SMS está a terminar, o problema dos 10.000 milhões de euros que se escoaram entre 2011 e 2014, sem que o PAF se incomodasse, enquanto tudo era permitido desde que se empobrecesse os cidadãos, são os motivos de tamanha agitação psicomotora e desnorte vocabular.

15 fevereiro 2017

O novelo da novela

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Mário Centeno é o Ministro das Finanças de um governo que, após os anos de chumbo que vivemos, conseguiu cumprir não todas as promessas, mas algumas delas bem importantes, nomeadamente o défice, ao mesmo tempo que devolvia alguns dos rendimentos que tinham sido retirados dos cidadãos, não provisoriamente como a PAF nos queria fazer crer, mas definitivamente como a PAF prometia em Bruxelas.


 


Herdou um enorme imbróglio no sector financeiro, com o problema do BANIF a explodir-lhe nas mãos, para além do problema da CGD que, não esqueçamos, Passos Coelho gostaria muito de privatizar. Conseguiu uma vitória negocial em Bruxelas, precisamente sobre a mesma CGD, que todos tinham vaticinado impossível.


 


Ao querer uma administração profissional, acabou por ceder onde não devia ter cedido - permitir que António Domingues e a sua equipa exigissem o inaceitável. Não tenho dúvidas que o terá feito de boa fé e a bem do País, mas o Estado tem que se dar ao respeito e não pode permitir que os Administradores ditem as leis que querem e que não querem cumprir.


 


A oposição de direita não tem conseguido vender aos cidadãos a sua cartilha; há distensão social, as pessoas têm mais esperança, os indicadores económicos estão a melhorar, tudo lhe corre mal.


 


Usando de uma linguagem boçal, dando cambalhotas de incoerência e criando casos, a direita política viu nesta atabalhoada negociação entre o governo e a administração da CGD a oportunidade para atacar Mário Centeno. Tudo serve, até mesmo a publicação das SMS trocadas entre ele e António Domingues. Já não há nada que seja privado, nem as mensagens que se trocam no telemóvel.


 


E não há boa notícia que abafe a gritaria da direita, secundada por uma comunicação social que faz parte do combate político, cujos comentadores vêm os seus comentários desmentidos pela realidade, à medida que a Geringonça se mantém a governar e até a Europa elogia a governação.


 


Por muito bom Ministro que Mário Centeno tenha sido e seja, penso que a sua permanência no governo será uma fonte de desgaste permanente. Ou a base política de apoio - PS, BE e PCP - consegue marcar a agenda mediática de forma a calarem a direita, ou Mário Centeno terá que pagar com a sua demissão o erro que cometeu com António Domingues. É muito injusto, mesmo muito, mas não me parece haver muitas alternativas.


 


Nota: não consigo compreender como Marques Mendes se mantém a fazer as figuras que faz; como Lobo Xavier sabe da existência de SMS comprometedoras ou não; como estas duas personagens se mantém como conselheiros de Estado.

12 fevereiro 2017

Estratégias

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Parece que a estratégia de Passos Coelho e de Assunção Cristas com a TSU não terá tido grande resultado.


 


Veremos se o arrastar do assunto CGD e Mário Centeno mantém, reduz ou aumenta a distância entre a Geringonça e a (ex-) PAF.


 

21 janeiro 2017

A nova maioria

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A Geringonça foi uma tal lufada de ar fresco e tão surpreendente que todos pudemos respirar fundo durante o ano anterior. As expectativas eram tão baixas que a solução se revelou melhor do que alguém se atrevia a desejar. A transformação dos partidos de protesto em partidos que suportavam uma solução governativa abriu a esperança de uma responsabilidade à esquerda a que não estávamos habituados. Catarina Martins e Jerónimo de Sousa foram protagonistas dessa mudança, tal como António Costa e todos os que, diariamente, trabalharam para manter o governo a funcionar, para devolver algum do rendimento perdido aos cidadãos, algum do optimismo do Primeiro-ministro e alguma da energia do Presidente da República.


 


Infelizmente parece que o BE e o PCP se inebriaram com o êxito do primeiro ano da Geringonça. A forma como, no Parlamento, se vão aliar à direita para destronar o que foi conseguido na Concertação Social, por muito que seja coerente com as suas posições, é uma machadada na estabilidade governativa. E se à manutenção das parcerias público-privadas (PPP) na saúde quiserem fazer o mesmo, então serão os coveiros da tão refrescante e promissora governação de esquerda.


 


Só por ignorância e/ ou preconceito se pode afirmar que as PPP na saúde não acautelam o SNS e o Estado. Os Hospitais em PPP são os melhores classificados nas várias avaliações comparativas que se vão fazendo e há relatórios que provam que o Estado lucra com essas parcerias.


 


Não ponho em causa a renegociação das mesmas, o apertado controlo efectuado pelo Estado, os contratos e as obrigações a que devem estar sujeitas. O que ponho em causa é a cegueira que o BE e o PCP mostram em teimar em ir queimando o governo em fogo lento, não se inibindo nem envergonhando de servir a estratégia da direita, além de ser objectivamente um erro na gestão do serviço público de saúde.


 


Espero bem que entendam o que estão a fazer e os riscos que todos corremos.


 


Quanto à posição/ oposição do PSD, é difícil qualificá-la. O oportunismo, a incoerência, o tacticismo, a baixa política é tal, que me causa urticária. A falta de sentido do que é servir os cidadãos, o vazio e a mesquinhez afastam a população dos seus representantes. Este é um excelente exemplo do que nunca se deveria fazer.


 


Declaração de interesses: trabalho no Hospital Vila Franca de Xira - uma PPP da José de Mello Saúde.

25 setembro 2015

Do meu próprio inconseguimento

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Por mais análises que faça ou ouça, nada nem ninguém me consegue explicar como é possível que a coligação PSD/ CDS possa estar no mesmo patamar ou à frente na intenção de votos dos portugueses.


 


Não percebo como se pode preferir a continuação de uma coligação que troçou e troça todos os dias de todos quantos cá vivem, de todos quantos se vão embora para poder viver, a António Costa e ao PS. Por muitos erros de campanha do PS, por muito inábil que seja António Costa, o PS e o seu líder são incomparavelmente mais credíveis*, competentes e capazes que Passos Coelho, Paulo Portas e as suas respectivas formações partidárias.


 


Espero que os meus concidadãos votem a 4 de Outubro. Podemos fazer muitas manifestações, falar muito alto e escrever muitos abaixo-assinados, mas é com o voto que temos a possibilidade de mudar qualquer coisa. É preciso votar a 4 de Outubro. Seja em quem for. Seja como for. É nossa a responsabilidade de manter ou mudar o governo.


 


*Convém também dizer que António Costa é incomparavelmente melhor e mais credível que António José Seguro, independentemente do que vier a resultar das eleições. Mesmo que António Costa tenha que se demitir, o que fatalmente acontecerá se perder as eleições.

12 setembro 2015

O vale (mesmo) tudo

PASSOS COELHO SERÁ O 1º SUBSCRITOR DE UMA INICIATIVA PARA AJUDAR LESADOS DO BES


 


Ninguém pode ser impedido de ver fazer justiça em tribunal por falta de recursos financeiros, mas se porventura existir dificuldade em organizar essa defesa, eu tenho a certeza de que o país não deixará, de uma forma solidária, de providenciar o necessário para que essa defesa se possa fazer. E eu disse que seria até o primeiro subscritor e contribuinte, a título individual, não é como primeiro-ministro, é como cidadão, para poder ajudar pessoas que se encontram em grandes dificuldades


Pedro Passos Coelho - 12 Setembro/ 2015


 


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Prestar contas (1)

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É bom que não nos esqueçamos que Vítor Gaspar, o Ministro do desvio colossal e do enorme aumento de impostos, pediu a sua demissão a 1 de Julho de 2013, e explicou porquê:


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Vamos comemorar o feriado de 5 de Outubro um dia mais cedo:


a 4 de Outubro, nas mesas de voto!


 


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11 setembro 2015

Assim vê-se melhor...

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Taxa de crescimento real do PIB desde 1976


Pordata


  


... que Passos Coelho é o único dos Primeiros-ministros do pós 25 de Abril que deixou o País muito mais pobre do que o recebeu. E se a crise internacional serve para o justificar, também a crise iniciada pela queda do Lehman Brothers explica muito do que se passou em Portugal, com a política europeia a ordenar os estímulos à economia na tentativa de evitar a recessão económica.


 


Passos Coelho, o seu governo, a maioria em que se apoia e a miríade de economistas e comentadores que pululam pelo espaço mediático, depois de terem aplaudido a vinda da Troika, ao contrário de Sócrates, negam agora a evidência do seu regozijo pela oportunidade de regenerarem o País.


 


Nota: em resposta a um comentador do post: a barra a mais corresponde a Freitas do Amaral (4/12/1980 - 9/1/1981) mas assim fica mais explícito.

19 junho 2015

Com fúria e raiva (*)

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A ideia de que em Portugal só passamos a ter emigração com esta crise é falsa


É falso que tenhamos tido mais emigração que noutros países


Passos Coelho


 


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 As pessoas de rendimentos mais baixos não foram afectadas por cortes nenhuns


Passos Coelho


 


(via Câmara Corporativa)


(*) poema de Sophia de Mello Breyner Andresen

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...