Segundo Mário Crespo, a maioria dos clientes do BPP eram pequenos aforradores. O que me espanta, se bem me lembro, é que o BPP não aceitava clientes com menos de 100 a 150.000€. Segundo esses pequenos aforradores e Mário Crespo, o Estado não resolveu os problemas dos clientes. É claro que João Rendeiro, o antigo Presidente do Banco Privado Português, não tem sido por eles incomodado.
Este é um problema para a justiça resolver. É aos gestores do BPP que esses pequenos aforradores devem responsabilizar, não ao governo nem ao Estado.
O telejornal abriu com a filmagem de um grupo de pessoas a forçarem a entrada da sede do BPP no Porto, do que foram impedidos por agentes policiais. A esse impedimento surgiram gritos e palavrões, numa vitimização que, a meu ver, por muito que entenda o desespero de quem foi objectivamente enganado, não tem qualquer sentido.
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