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15 fevereiro 2026

Somos democracia

Apesar de André Ventura ter apelado desesperadamente para o adiamento das eleições presidenciais, com o argumento de “que se lixem as eleições”, Portugal demonstrou que a democracia não é alguma coisa que se possa menorizar. Ns difíceis condições que tanta gente está a sofrer, as eleições decorreram com uma afluência assinalável, em que o esforço e a cidadania de quem votou e de quem ajudou a votar ensinou a este populista que a democracia não se adia.

António José Seguro venceu e venceu bem. Tem uma legitimidade reforçada pelo expressivo número de votos conseguidos. O seu discurso de vitória foi muito bom. Foi apaziguador, assertivo e esperançoso.

Finalmente, este Presidente disse, tal como a sua mulher, aquilo que é óbvio e lógico, mas que uma bafienta mole de gente não aceita: na República Portuguesa é eleito um ou uma Presidente e não um casal presidencial; a Constituição não contempla Primeiras damas, esse epíteto ridículo e reacionário.

Grande satisfação pela declaração de Margarida Maldonado Freitas - "Sou farmacêutica e não primeira-dama" e do Presidente recém-eleito - "Respeitarei sempre aquilo que forem as suas decisões. (...) A minha mulher é uma empresária independente, é uma mulher com vida própria e respeito isso".

O regime democrático foi reafirmado e celebrado da melhor forma possível – elegendo o nosso Presidente.

08 fevereiro 2026

Votar amanhã chama-se Democracia

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"Portugueses,

Hoje, como sempre, falo para todos vós.

Mas falo, em especial, para os que perderam familiares e próximos, os que ficaram sem casa ou sem casa com condições para nela viverem, os que perderam culturas agrícolas, lojas, oficinas, fábricas, os que ficaram dias e noites sem água, luz, telefone, os que viram florestas vergarem, os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis, os que desanimaram, tiveram medo, se sentiram isolados, angustiados ou desesperados.

Para essas centenas de milhares, em cidades, vilas, aldeias, lugares, casas perdidas nas serras.

A todos vós e a todos que vos têm dado o que podem e não podem, agradeço a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso.

A todos vós agradeço a resposta dada no dia 1, quatro dias apenas depois da calamidade de 28 de janeiro.

A vossa resposta foi votarem. Votarem em massa. E, também, nas áreas devastadas. Também no voto antecipado.

Tal como há cinco anos foi votarem em pandemia, em todo o País, sem vacinas, com hospitais a transbordarem, com mortes a subirem, com contágios a galoparem.

Somos assim há novecentos anos. E por isso somos das Pátrias, das Nações, mais antigas da Europa e do Mundo.

Nascemos para resistirmos e resistirmos até vencermos. Somos um país de lutadores.

Votar amanhã é como votar na pandemia, em estado de emergência, ou, agora, quatro dias depois da tragédia.

Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro.

Votar amanhã chama-se liberdade.

Votar amanhã chama-se Democracia.

Votar amanhã chama-se, acima de tudo, Portugal!"

Mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República

14 janeiro 2026

Escolhas Presidenciais

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Na nossa sociedade da pós verdade, as eleições deixam quase de fazer sentido, até porque a manipulação dos factos e das próprias eleições nos deixam um gosto amargo a fraudes.

Talvez até por isso seja cada vez mais importante votar, aproveitar estes dias para reafirmar o poder da democracia, do voto livre e universal.

Nestes tempos de incertezas e de ameaças dos abutres que, de novo, estão a tomar conta do mundo, teremos que pensar em quem será a pessoa que, para além de nos representar condignamente, dentro e fora do país, terá a honestidade e a capacidade de ser um árbitro político, sem deixar de parte as suas convicções.

O próximo domingo poderá ficar para a História como aquele em que alguém que defende a xenofobia e o racismo, que quer alterar a Constituição e o Regime e que abomina a democracia, será eleito Presidente da República ou, pelo menos, que chegará à segunda volta das eleições presidenciais. E é bom que acreditemos no que diz, pois a extrema-direita faz mesmo o que promete. 

Cumprir e fazer cumprir a Constituição – parece tão simples e é tão difícil.

António José Seguro pode não ser o candidato ideal, pode até nem ser aquele que, se fossemos nós a decidir, nunca indicaríamos para candidato presidencial. Fui muitíssimo crítica da sua prestação como líder do PS e apoiei António Costa nas primárias. O mundo mudou e eu também. A democracia é a arte do possível, do confronto democrático e tolerante de ideias e de consensos.

De entre os candidatos que se apresentam, António José Seguro é aquele que, para mim, dá mais garantias de ser um Presidente democrático e respeitador das Instituições.

Será para ele o meu voto.

11 outubro 2025

Ao voto!


 


Nada de encolher os ombros.


Nada de vociferar.


É a festa da democracia.


É a nossa vez.


Decida, escolha, vote.


Não se resigne.


Nunca desista.


 



SMS grátis para 3838 (escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD). No estrangeiro pode enviar um SMS para +351962171000 (escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD).

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21 maio 2025

Faróis fundidos

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Luís Montenegro (...) o farol do País (...)


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André Ventura (...) um farol e um garante da estabilidade (...)


Tantos e tão grandes faróis que temos a iluminar Portugal, a guiá-lo por entre as brumas.


O problema é que alumiam muito pouco, tal as trevas que por aqui estão.


Fundidos, certamente.

07 novembro 2024

Da esperança que nos sustém



O meu coração está cheio hoje, cheio de gratidão pela confiança que depositaram em mim, cheio de amor pelo nosso país e cheio de determinação. O resultado destas eleições não é o que queríamos, não é aquilo por que lutámos, não é aquilo em que votámos, mas ouçam-me quando digo que a luz da promessa da América arderá sempre, enquanto nunca desistirmos e enquanto continuarmos a lutar.


Ao meu querido Doug e à nossa família, amo-te muito. Ao Presidente Biden, obrigada pela fé e apoio. Ao Governador Walz e à família Walz, sei que o vosso serviço à nossa nação vai continuar. E à minha extraordinária equipa, aos voluntários que deram tanto de si, aos membros das mesas de voto e aos funcionários eleitorais locais, agradeço-vos. Agradeço-vos a todos.


Estou muito orgulhosa da corrida que fizemos e da forma como a fizemos – e da forma como a fizemos. Ao longo dos 107 dias desta campanha, tivemos a intenção de construir comunidades e coligações, juntando pessoas de todos os quadrantes e origens, unidas pelo amor ao país, com entusiasmo e alegria na nossa luta pelo futuro da América.


E fizemo-lo com a consciência de que todos temos muito mais em comum do que aquilo que nos separa atualmente. Sei que as pessoas estão a sentir e a viver uma série de emoções neste momento. Eu percebo, mas temos de aceitar os resultados destas eleições. Hoje cedo, falei com o Presidente eleito Trump e felicitei-o pela sua vitória. Disse-lhe também que o ajudaremos a ele e à sua equipa na transição e que nos empenharemos numa transferência de poder pacífica.


Um princípio fundamental da democracia americana é que, quando perdemos uma eleição, aceitamos os resultados. Este princípio, tal como qualquer outro, distingue a democracia da monarquia ou da tirania, e qualquer pessoa que procure a confiança do público deve honrá-lo. Ao mesmo tempo, na nossa nação, devemos lealdade não a um presidente ou a um partido, mas à Constituição dos Estados Unidos, e lealdade à nossa consciência e ao nosso Deus. A minha lealdade a estes três princípios é a razão pela qual estou aqui para dizer que, embora conceda esta eleição, não concedo a luta que alimenta esta campanha, a luta pela liberdade, pela oportunidade, pela justiça e pela dignidade de todas as pessoas, uma luta pelos ideais que estão no coração da nossa nação, os ideais que reflectem a América no seu melhor. Essa é uma luta de que nunca desistirei.


Nunca desistirei da luta por um futuro em que os americanos possam perseguir os seus sonhos, ambições e aspirações, em que as mulheres da América tenham a liberdade de tomar decisões sobre o seu próprio corpo e não tenham o seu governo a dizer-lhes o que fazer. Nunca desistiremos da luta para proteger as nossas escolas e as nossas ruas da violência das armas.


E na América, nunca desistiremos da luta pela nossa democracia, pelo Estado de direito, pela igualdade de justiça e pela ideia sagrada de que cada um de nós, independentemente de quem somos ou de onde começámos, tem certos direitos e liberdades fundamentais que devem ser respeitados e defendidos.


E continuaremos a travar esta luta nas urnas de voto, nos tribunais e na praça pública, e também a travaremos de formas mais silenciosas, na forma como vivemos as nossas vidas, tratando-nos uns aos outros com bondade e respeito, olhando na cara de um estranho e vendo um vizinho, usando sempre a nossa força para erguer as pessoas e lutar pela dignidade que todas as pessoas merecem. A luta pela nossa liberdade vai exigir muito trabalho. Mas, como sempre digo, gostamos de trabalho árduo, o trabalho árduo é um bom trabalho. O trabalho árduo pode ser um trabalho alegre. E a luta pelo nosso país vale sempre a pena. Vale sempre a pena.


Para os jovens que estão a assistir, é normal sentirem-se tristes e desiludidos, mas saibam que vai correr tudo bem. Na campanha, eu costumava dizer que quando lutamos, ganhamos. Mas o que se passa é o seguinte: por vezes, a luta demora algum tempo. Isso não significa que não vamos ganhar. Isso não significa que não vamos ganhar. O importante é que nunca desistam. Nunca desistam. Nunca deixes de tentar fazer do mundo um lugar melhor. Tu tens poder. Tens poder, e nunca dês ouvidos quando alguém te diz que algo é impossível porque nunca foi feito antes.


Têm a capacidade de fazer um bem extraordinário no mundo. E assim, para todos os que estão a assistir, não desesperem. Esta não é uma altura para levantar as mãos. Este é um momento para arregaçar as mangas.


É altura de nos organizarmos, de nos mobilizarmos e de nos mantermos empenhados em prol da liberdade, da justiça e do futuro que todos sabemos que podemos construir juntos. Muitos de vós sabem que comecei como procurador e, ao longo da minha carreira, vi pessoas nos piores momentos das suas vidas, pessoas que tinham sofrido grandes danos e grande dor e que, no entanto, encontraram dentro de si a força, a coragem e a determinação para tomar uma posição, para lutar pela justiça, para lutar por si próprias, para lutar pelos outros. Por isso, que a sua coragem seja a nossa inspiração. Que a sua determinação seja a nossa carga.


E termino com isto: há um adágio que um historiador apelidou de lei da história, verdadeira para todas as sociedades ao longo dos tempos: só quando está suficientemente escuro é que se podem ver as estrelas. Sei que muitas pessoas sentem que estamos a entrar numa época sombria, mas, para bem de todos nós, espero que não seja esse o caso. Mas é o seguinte, América, se assim for, vamos encher o céu com a luz de mil milhões de estrelas brilhantes, a luz do otimismo, da fé, da verdade e do lema da Universidade de Howard, Veritas et Utilitas, (“Verdade e Serviço”).


E que esse trabalho nos guie, mesmo perante os contratempos, em direção à extraordinária promessa dos Estados Unidos da América, agradeço-vos a todos. Que Deus vos abençoe, e que Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Expresso


06 novembro 2024

O Declínio do Império Americano - As Invasões Bárbaras - A Idade das Trevas

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Google (17:40 de 06/11/2024)


 


Há uma trilogia do realizador canadiano Denys Arcand, cujo primeiro filme é de 1986, o segundo de 2003 e o último de 2007, em que os títulos são para mim, a imagem dos EUA.


A inegável e estrondosa vitória de Trump nestas eleições convoca-nos para o que aí vem e para tentar perceber como foi possível chegar até aqui. Não faltarão explicações de comentadores e especialistas, políticos, politólogos e jornalistas. Para mim é incompreensível.


Como é possível um indivíduo que acicata o ódio, que é criminoso, vigarista, mentiroso, ignorante, racista, misógino, xenófobo, boçal, enfim, tudo aquilo que rasga, deslaça e divide as sociedades, tudo aquilo que estávamos habituados a considerar características inaceitáveis em qualquer ser humano, é eleito, pela segunda vez, Presidente dos EUA.


Que é feito dos valores de sã convivência que enformam o mundo ocidental do pós-guerra, o civismo, a cidadania, a humanidade, a solidariedade, a empatia, a defesa dos mais frágeis, a inclusão, a tolerância, a democracia, a liberdade? O mais assustador não é a existência de pessoas como Trump, é a quantidade de eleitores que nele depositam a sua confiança e nele votam, que concordam com o que ele diz, que comungam da sua ideologia. O mais assustador é observar, impotente, ao alastrar do trumpismo pela Europa e pelo mundo, assistir ao crescer e ao espalhar da extrema direita, cada vez mais forte e mais agressiva.


Putin e todos os ditadores que se prezam, tal como os seus aprendizes e admiradores, não tardaram a saudar a vitória de Trump.


Kamala Harris, ao contrário do que ouvi repetir vezes sem conta, não deixou de anunciar medidas concretas, não deixou de mostrar qual o plano económico que defendia, não deixou de pugnar pela decência, pela salubridade da vida e do serviço público. Os democratas lutaram, mas parece que já não há armas para vencer este tipo de batalhas.


Trump ganhou a Presidência, o Senado e o controlo da Câmara dos Representantes. Trump teve mais votos, no total, que Kamala Harris. Veremos o que vai acontecer nos EUA, na Europa e no resto do mundo.


Mas o título que me surge é mesmo A Idade das Trevas.

05 novembro 2024

A escolha entre a decência e a indecência

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O Princípio da Incerteza (03/11/2024)


Subscrevo totalmente as afirmações de Alexandra Leitão (a partir dos 38:02 minutos).


É exactamente isso.


Esta é uma escolha entre valores, aqueles que nos enformam e para os quais não imaginaria que se suscitassem dúvidas.


A democracia e a liberdade, os direitos humanos, os direitos das mulheres e o racismo e a xenofobia, a mais que exigível urbanidade e a total boçalidade.


O que me assusta é a normalização e a equiparação entre as duas candidaturas, para não falar do facto de ser possível haver uma segunda candidatura de Trump, mais ainda de haver tanta gente disponível para votar nele e ainda menorizar Kamala Harris, mentindo reiteradamente pelo mantra da falta de projecto político, pela negação das propostas que tem.


Este é um dia definidor das próximas décadas, para os EUA, para a Europa e para o Mundo.

23 agosto 2024

Direitos inalienáveis

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"We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness"


Declaração da Independência dos Estados Unidos da América



 


A campanha presidencial dos EUA adquiriu, desde a desistência de Joe Biden, uma centralidade e uma importância que já se previam, mas com uma direção mais ou menos inesperada, com o seu quê de revolucionária.


Pela primeira vez desde há muitos anos, é a luta por valores humanistas, a pela comunidade, pela verdade, pela honestidade, pelo respeito pelos outros, pelo serviço público, pelo direito à procura da felicidade, em confronto com o primado do momentâneo, do materialismo, do egocentrismo, da exclusão, da marginalização, da glorificação do poder pelo poder, da razia de tudo o que nos cola como seres humanos – amor, empatia, compaixão.


Os democratas perceberam que é fundamental que estes valores sejam recuperados, que a vivência em democracia depende da decência e da vontade de servir os outros, muito mais do que a vontade de se servir a si próprio.


Há uma diferença fundamental nestas duas visões da sociedade e da política. Os republicanos tentam arrastar Kamala Harris para as explicações económico-financeiras da sua presidência, tentando marcar a agenda com os únicos temas que sabem que podem assustar o povo - imigração, crise, desemprego. Porque a sua liderança é pelo medo, pela mentira, pela vingança.


Espero que Kamala Harris marque a agenda pela diferença de valores, responda não às provocações de Trump, mas aquilo que considera fundamental num Presidente dos EUA, com um poder de influência mundial.


É hora de voltarmos ao futuro, sendo revolucionariamente alegres e audazes, verdadeiros e capazes de desafiar os azedumes, as traições e os enganosos milionários.

As dificuldades de Hugo Soares


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Trump ou Kamala? “Teria muita dificuldade” em escolher


Hugo Soares tem “discordâncias profundíssimas com a forma de estar e de fazer política de Donald Trump”, mas não suficientes para ter a certeza de que votaria em Kamala Harris. Se fosse eleitor nos EUA e tivesse de votar no sufrágio marcado para novembro, “teria muita dificuldade” em escolher entre o candidato do Partido Republicano e a do Partido Democrata. A entrevista do secretário-geral do PSD ao Expresso foi feita na terça-feira, poucas horas antes do aparecimento do casal Obama na convenção dos democratas, em Chicago, e, questionado sobre a disputa que está no centro da política internacional, Hugo Soares respondeu que conhece “muito pouco” de Kamala Harris, que não foi uma vice-presidente com “destaque que desse para o mundo conhecer profundamente o seu pensamento”.


Expresso





Estes são momentos definidores decisivos para quem assume cargos políticos.


Ter dúvidas entre um criminoso, anti-democrata, desequilibrado, vigarista, trapaceiro, sexista, predador, racista como Donald Trump, e outra qualquer candidata que, por muito mal que se conheça, tem mostrado ser o contrário de tudo isso, inclusivamente nos anos que já passou em serviço público nas várias funções exercidas, nomeadamente como Vice Presidente dos Estados Unidos, é definidor de quem o diz.


E é precisamente essa a escolha que, em novembro, será a dos americanos.


E será a escolha de todos nós, em qualquer momento das nossas vidas.


19 agosto 2024

Let's win this

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(...) 


The vice president held advantages of at least 4 points in four state polls from The New York Times and Siena College — Arizona, Michigan, Pennsylvania and Wisconsin — that alone would hand Harris enough electoral votes to win the presidency, even if she lost the other swing states.


The former president is still well within striking distance, even after struggling to regain his footing against a new opponent. According to the latest FiveThirtyEight polling averages, Trump would only need to flip one of the three “blue wall” states — Michigan, Pennsylvania or Wisconsin — in order to win in November, as long as he takes all of the states where he is currently ahead of Harris in polling averages. (...)


Politico



 


Não deixa de ser interessante o número de vezes que se repete a inconsistência e imprecisão das propostas económicas de Kamala Harris, como se houvesse, do lado de Trump, alguma proposta que se pudesse classificar como tal.


E também se repete, vezes sem conta, que os americanos confiam mais em Trump que em Kamala Harris, precisamente no que diz respeito às áreas económicas.


Confesso que todas estas considerações me deixam cada vez mais perplexa. É que Donald Trump não diz nada que se aproveite, em nenhum campo político ou social, só profere inanidades e insultos.


Não deixa de me surpreender como é possível sequer comparar uma a outro.


Não deixa de me inquietar como é possível, num país como os EUA, haver um indivíduo como Donald Trump a disputar, pela segunda vez, o cargo de Presidente.

11 agosto 2024

Harris - Waltz a caminho da (desejada) vitória


In averages for swing states, where control of the White House rests, Harris led in Michigan by two points, Pennsylvania by 1.1 point and Wisconsin by 1.8 points. Trump led in Arizona by less than half a point and in Georgia by half a point.


The Guardian – 09/08/2024


 


harris waltz 11_08_2024.jpgThe New York Times – 10/08/2024


 


As sondagens com os prováveis ​​eleitores realizadas para o The New York Times pelo Siena College mostravam Harris a liderar Trump por uma margem idêntica de 50% a 46% no Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.


(…)


Estes números são uma inversão das sondagens realizadas nos estados que, durante quase um ano, mostraram Trump empatado ou ligeiramente à frente do presidente democrata Joe Biden, que desistiu da corrida no mês passado e apoiou Harris.


DN - 10/08/2024


26 julho 2024

Kamala Harris e a luta pela civilização

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(carregar na imagem para aumentar)


O que se está a passar nos EUA é assustador. Como é possível alguém colocar sequer em questão a capacidade de uma mulher ser seja o que for, na política ou em qualquer outro campo, por não ter filhos? Como é possível alguém achar que ter filhos adoptivos diminui uma mulher por não serem filhos biológicos?


O retrocesso civilizacional em marcha. Será que Kamala Harris sabe cozinhar? Coser meias? Bordar? Lavar as casas de banho? Fazer as camas? Passar a ferro?


A luta presidencial nos EUA é muito mais que isso. É uma luta pela civilização.

25 julho 2024

"Nada se pode interpor no caminho de salvar a democracia"

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Finalmente, Joe Biden retirou-se da candidatura presidencial, dando lugar à nova geração, pelas suas palavras, tudo indicando que será Kamala Harris.


Uma mulher, não branca, cujas frases de ordem para já gritadas, mostram alguém que acredita na democracia, na liberdade e na Justiça, demonstrando não ter medo de explicar que Donald Trump é um criminoso, um predador, um aldrabão.


Custa-me a entender que haja dúvidas na escolha. Mas, para quem se não revia em Joe Biden, até pela sua óbvia fragilidade, pode respirar de alívio.


E o mundo respirará de alívio.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...