Ontem, depois do concerto,
caminhei calmamente de regresso ao hotel passando pela Praça da Fruta, àquela
hora já ao lusco-fusco, ainda com várias barraquinhas iluminadas. Estava linda
a praça.
Tinha lá ido de manhã, com sol e frio. Fruta, muita, mas também flores, muitas. Cores e cheiros, artesãos vários, principalmente de cestos. Havia compotas, mel, cavacas, de tudo um pouco. Deambulei por lá, enchendo os olhos de feira e de luz. De cada vez que me aproximava de alguém, queria convencer-me a levar tudo. Nomeadamente uma árvore em vaso, de Kumquat (laranja anã).


