
Nunca é demais realçar este facto político inédito, desde que Alberto João Jardim é Presidente do governo regional da Madeira, ou seja, desde sempre, que há um governo e um ministro das finanças que afrontam a demagogia, o populismo e a incrível falta de noção do que é a dignidade de um cargo público e o que significa esse cargo público.
Alberto João Jardim tem usado o facto de ser eleito para dizer todas as enormidades que lhe passam pela cabeça, chegando a ameaçar o Contnente com a independência do arquipélago, numa forma e com uns modos absolutamente inadmissíveis. Ele acha que as regras não se aplicam, nem a ele nem ao seu governo regional, partindo do princípio que o dinheiro continuará a fluir sem reservas, sem que as contas sejam feitas, assumindo-se como uma excepção, não se sabe ao abrigo de que leis, à prestação dessas mesmas contas.
Até agora, Presidentes da República, Primeiros-Ministros e líderes do PSD têm-se calado, assobiando para o ar, permitindo esta insanidade.
Finalmente, e como diria um grande e prezado amigo, Teixeira dos Santos e José Sócrates aplicaram-lhe um torniquete numa parte delicada da sua anatomia...
Alberto João Jardim tem usado o facto de ser eleito para dizer todas as enormidades que lhe passam pela cabeça, chegando a ameaçar o Contnente com a independência do arquipélago, numa forma e com uns modos absolutamente inadmissíveis. Ele acha que as regras não se aplicam, nem a ele nem ao seu governo regional, partindo do princípio que o dinheiro continuará a fluir sem reservas, sem que as contas sejam feitas, assumindo-se como uma excepção, não se sabe ao abrigo de que leis, à prestação dessas mesmas contas.
Até agora, Presidentes da República, Primeiros-Ministros e líderes do PSD têm-se calado, assobiando para o ar, permitindo esta insanidade.
Finalmente, e como diria um grande e prezado amigo, Teixeira dos Santos e José Sócrates aplicaram-lhe um torniquete numa parte delicada da sua anatomia...



