
Nunca é demais realçar este facto político inédito, desde que Alberto João Jardim é Presidente do governo regional da Madeira, ou seja, desde sempre, que há um governo e um ministro das finanças que afrontam a demagogia, o populismo e a incrível falta de noção do que é a dignidade de um cargo público e o que significa esse cargo público.
Alberto João Jardim tem usado o facto de ser eleito para dizer todas as enormidades que lhe passam pela cabeça, chegando a ameaçar o Contnente com a independência do arquipélago, numa forma e com uns modos absolutamente inadmissíveis. Ele acha que as regras não se aplicam, nem a ele nem ao seu governo regional, partindo do princípio que o dinheiro continuará a fluir sem reservas, sem que as contas sejam feitas, assumindo-se como uma excepção, não se sabe ao abrigo de que leis, à prestação dessas mesmas contas.
Até agora, Presidentes da República, Primeiros-Ministros e líderes do PSD têm-se calado, assobiando para o ar, permitindo esta insanidade.
Finalmente, e como diria um grande e prezado amigo, Teixeira dos Santos e José Sócrates aplicaram-lhe um torniquete numa parte delicada da sua anatomia...
Alberto João Jardim tem usado o facto de ser eleito para dizer todas as enormidades que lhe passam pela cabeça, chegando a ameaçar o Contnente com a independência do arquipélago, numa forma e com uns modos absolutamente inadmissíveis. Ele acha que as regras não se aplicam, nem a ele nem ao seu governo regional, partindo do princípio que o dinheiro continuará a fluir sem reservas, sem que as contas sejam feitas, assumindo-se como uma excepção, não se sabe ao abrigo de que leis, à prestação dessas mesmas contas.
Até agora, Presidentes da República, Primeiros-Ministros e líderes do PSD têm-se calado, assobiando para o ar, permitindo esta insanidade.
Finalmente, e como diria um grande e prezado amigo, Teixeira dos Santos e José Sócrates aplicaram-lhe um torniquete numa parte delicada da sua anatomia...
Chá não era sem tempo... quando a falta do dito líquido é notória!!!
ResponderEliminarÉ melhor um chá calmante, de tília, rosmaninho ou camomila, ou até os 3 juntos, depois da carta que Teixeira dos Santos lhe enviou...
ResponderEliminarQue lata de análise... esta do ministro António Costa no final de Agosto na festa Socialista Madeirense.
ResponderEliminarA Lei de Finanças Regionais apenas é necessária porque o ESTADO cobra os impostos na Região. E, assim, é necessário "contratar" com esse Estado, as formas da sua devolução.
DEVOLUÇÃO. As verbas transferidas não são nenhum favor do País à Região. São as verbas cá cobradas ou geradas (há que contar com as Empresas com sede em Lisboa e que aí pagam os seus impostos e que actuam na Região e aqui criam - parte - da sua riqueza).
Mas não só: quando o Estado vende património de empresas públicas, uma parte desse património está na Região. Foi nessa base que Guterres deu aos AÇORES os tais 550 milhões de Euros. Uma parte (a correspondente) às verbas recebidas das privatizações realizadas então. Carlos César tinha acabado de subir ao poder e era necessário encher-lhe o bolso para que não caísse logo nas eleições seguintes. Esse valor (de 550 milhões de Euros) correspondia EXACTAMENTE ao valor da dívida dos Açores. A Madeira recebeu por arrasto. Porque ficava mal que não recebesse por igual. Vergonha na cara que Guterres ainda tinha, mas que Sócrates não tem. Agora é às claras. Democracia, Justiça, Autonomia? O que é isso para estes socialistas? O objectivo é partidário e está bem definido. Derrubar o PSD na Madeira, mesmo que isso venha a custar muito a todos os Madeirenses. Que serão espoliados dos seus direitos e dinheiros às claras, sem vergonha e com apoio de uns quantos madeirenses vendidos (os filhos do mal). Mesmo que isso custe votos aos socialistas regionais, numa primeira análise (2008). Para aguentar isso está lá a actual direcção regional. Para queimar. Para fazer o jogo sujo. Para prejudicar a Madeira. Para abrir caminho…
Depois, contam eles, virão as dificuldades financeiras originadas pelo “garrote” dos socialistas. E nas eleições seguintes, aparecerá, qual Fénix, uma nova geração de socialistas regionais que suporta, já hoje, toda esta estratégia. A actual geração, nessa altura, estará bem enterrada na memória dos madeirenses com uns tachos no continente. O futuro líder? Estará a preparar terreno numa qualquer Secretaria de Estado…
Nessa altura, tal como aconteceu com César, virá uma bolada de dinheiro. Quem sabe, por conta do “garrote” feito nos anos precedentes, ao governo regional PSD… Consumando-se assim um dos maiores atentados à democracia no País e à autonomia regional.
Quanto aos Açores… A Madeira sempre reconheceu a diferenciação positiva, ao longo dos últimos vinte anos. Infelizmente, na primeira oportunidade, “comprados” por uma lei feita á sua medida, que até lhes acrescenta verbas numa fase de “contenção” nacional, tratam logo de apoiar a discriminação negativa da Madeira. Que raio. Lutem por ter mais, mas não contra e à custa dos outros.
Terá que haver resposta forte a este plano. Maquiavélico, centralista e colonizador.
Os socialistas com maioria absoluta.
Logo vêm ao de cima todos os “tiques” estalinistas. Atitudes destas, com este tipo de arrogância, só nessa altura, na URSS… Mas, afinal, porcos e homens. Olhamos para uns e para os outros e… são todos iguais. Os socialistas portugueses e os estalinistas soviéticos. Pelo menos nesta matéria.