Edward Hopper
Morning Sun
Nestes dias em que a pacatez do sol atrasa
espreguiçando pelo primeiro café
chego a uma realidade de sonhos invisíveis
silenciosos estupidamente proibidos
que saboreio demoradamente
na quietude matinal.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...
Sofia, não pode haver sonhos proibidos na idade madura. Silenciosos? Alguns serão sempre.
ResponderEliminarMuito bem escolhido, E. Hopper; ninguem como ele pintou o secretismo de alguns sonhos, a solidão que desencadeiam.