Edward Hopper
Morning Sun
Nestes dias em que a pacatez do sol atrasa
espreguiçando pelo primeiro café
chego a uma realidade de sonhos invisíveis
silenciosos estupidamente proibidos
que saboreio demoradamente
na quietude matinal.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Sofia, não pode haver sonhos proibidos na idade madura. Silenciosos? Alguns serão sempre.
ResponderEliminarMuito bem escolhido, E. Hopper; ninguem como ele pintou o secretismo de alguns sonhos, a solidão que desencadeiam.