Ouço a gravação em arquivo da RTP, da Aprovação da Constituição da República Portuguesa e da Sessão Solene de Encerramento da Assembleia Constituinte, a 2 de abril de 1976.
É inevitável a comparação cm a cerimónia dos 50 anos deste dia, no Parlamento.
A degradação da palavra, da retórica, dos comportamentos, da tolerância, da democracia, são evidentes.
Bem sei que tudo muda e tudo mudou, mas nem sempre para melhor.
A democracia está sob ataque, como diz Pacheco Pereira, por dentro. Cabe-nos a nós não o permitirmos. Cabe-nos a nós defendê-la. Cabe-nos a nós não querer voltar atrás.
A liberdade tem de continuar a passar por aqui.

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