Os espaços
rearrumam-se misteriosamente
como se as
peças de um puzzle mudo e desconexo
se
movimentassem em aves noturnas e enternecidas.
Um casulo de
janelas entreabertas
móveis onde o
corpo se aconchega e encosta.
Se os espaços
se moldam ao nosso mundo
faremos dos
espaços o nosso mundo.
Talvez se aclare e esclareça.

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