13 dezembro 2020

Da renovação dos clássicos

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Eu hoje decidi que a canja de galinha tinha de ser renovada. Tal como me dizem as jovens que trabalham comigo, com muita pena, eu não consigo fazer a mesma coisa sempre da mesma maneira. É mais forte do que eu. Todas as boas resoluções de uniformidades e pré textos são rapidamente ultrapassadas e sublimadas em inúmeras novas versões de manuais e procedimentos.


Por isso hoje chegou a vez da canja. Não sem antes fazer uma pesquisa internáutica sobre a ancestralidade das receitas, para me inspirar. Mas a verdade é que eram todas mais ou menos unânimes não só nos ingredientes como também na forma de os cozinhar.


Aproveitei a ideia da cebola e da cenoura, que nunca tinha utilizado, mas dando-lhe um toque diferente.


Peguei em 2 chalotas médias e cortei-a em rodelinhas fininhas para dentro da panela. Fiz o mesmo a uma cenoura, juntei um molhinho de coentros, 2 folhas de louro, um fiozinho de azeite e a perna completa do frango (o membro inferior), limpa de peles e gorduras. Coloquei ao lume e deixei amolecer os legumes, com tempero de sal grosso e o sumo de metade de 1 limão.


Depois enchi a panela de água e deixei cozer o frango durante cerca de 1 hora, até a carne largar o osso. Desfiei a carne do frango, retirei as folhas de louro, coloquei massa em cotovelo e cozi 2 ovos à parte.


Mal a massa se aprontou, parti os ovos aos bocadinhos e misturei tudo. Rectifiquei o sal e pronto.


Uma delícia.

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