
Acordei com as dores dos pássaros
asas sem voo pesadas de azul.
A casa como casulo de insectos
nas metamorfoses do silêncio
enrolados e secos de humanidade.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Que sublime este poema! Lindo demais! Li 2 vezes! Um bem haja pela partilha, beijinhos e resto de tarde feliz
ResponderEliminarMuito obrigada!
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