
Acordei com as dores dos pássaros
asas sem voo pesadas de azul.
A casa como casulo de insectos
nas metamorfoses do silêncio
enrolados e secos de humanidade.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Que sublime este poema! Lindo demais! Li 2 vezes! Um bem haja pela partilha, beijinhos e resto de tarde feliz
ResponderEliminarMuito obrigada!
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