
Anna Chromy
Não dei por ele. Este manto de tristeza
que me vai afogando. Como água lamacenta
que alastra. Uma nódoa de sono. Uma infinita
cama de grades. Não dei por ela. Esta lassidão
da desistência. Sopro.
E não desaparece.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
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