21 abril 2015

Um dia como os outros (155)

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 (...) Mas o que foi apresentado por Mário Centeno tem uma enorme vantagem: é claro e é diferente.(...)


(...) Os economistas caucionados pelo PS não propõem apenas acelerar o fim da austeridade, propõem acabar com a política que a troika impôs a Portugal e que o governo de Passos Coelho acolheu, por nela acreditar. (...)


(...) A diferença entre estas duas políticas é, diria Vítor Gaspar, enorme. Com o PSD, o Estado "encolhe". Com o PS, o Estado vai gastar mais do que hoje mas vai também ter mais receitas porque o PIB cresce mais.


Embora se comprometa com metas de dívida e défice orçamental, António Costa acaba de perder a passadeira vermelha para entrar em quatro cidades: Berlim, Bruxelas, Frankfurt e Washington. A troika deve estar aos murros na parede depois de ouvir isto. (...)


(...) Mas hoje já podemos analisar isto: o PS e o PSD defendem o contrário um do outro. O "não há alternativa" já não existe para os eleitores. E isso coloca a discussão política num nível completamente diferente. 


Onde o PSD defende cofres cheios, o PS propõe bolsos cheios.


 


Pedro Santos Guerreiro


Uma Década para Portugal

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