11 setembro 2013

11 de Setembro

 


Banalizam-se as palavras e os sentimentos.


Os gritos são palpáveis e o silêncio tão esmagador


como a memória. Não precisamos de flores


para lembrarmos o que resulta do fogo


da rigidez da desesperança.


Cabe-nos o fundo das vidas decepadas


e o fumo das decisões de nunca mais


que se repetem em tantos dias.


 

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