15 julho 2012

Rupestre

 



 


Devo confessar que as minhas expectativas não eram grandes. Mas foram altamente ultrapassadas pela realidade.


 


O Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, foi uma revelação. Para quem esperava uma visita guiada às gravuras rupestres encontradas no vale do Côa (motivo de grande disputa política antes de António Guterres ter chegado ao poder), que não foi possível realizar por não ter sido marcada com antecedência, o museu foi uma excelente substituição.


 


É um edifício muito bem enquadrado, fazendo lembrar as pedras de que estamos rodeados, bem inserido na paisagem e com uma vista lindíssima. As gravuras são explicadas e mostradas com recurso a meios áudio visuais bem conseguidos e muito esclarecedores. Há pequenas resenhas históricas, artefactos que mostram a evolução geológica e comparações com outros achados similares noutras regiões, inclusivamente na Noruega.


 


As gravuras são muitas e muito mais perceptíveis do que esperava. É uma enorme colecção que se espalha ao longo de várias localidades, efectuadas ao longo de várias épocas, com dezenas de milénios de diferença. Incluem figuras humanas e de animais. Vale muitíssimo a pena visitá-lo.

2 comentários:

  1. O museu é, de facto, excelente. Mas não deixes de, quando puderes, visitar os sítios arqueológicos. Eu tive a oportunidade incrível e extraordinária de fazer a visita à noite. É algo de absolutamente indescritível. Algo que tenho intenção de repetir.

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