Temos cada vez mais medo de ouvir as notícias. A Europa esboroa-se. A corrida aos bancos, a bolsa em descida abrupta, a vez do ataque a Espanha, a Grécia à beira do abismos e, com ela, todos nós e todos os outros.
Ninguém faz ideia do que se vai passar mas o espectro da bancarrota, de grandes tumultos sociais, do fim próximo das democracias e da paz, minam a capacidade de avaliação e de decisão das pessoas individualmente, dos governos e dos Estados colectivamente.
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