Ouço as vozes quase em surdina, amáveis, excitadas, delicadas, as vozes de quem saboreia a companhia mútua, de quem se gosta e sente falta.
O que explica o amor, a ternura, a vontade de cuidar? Não sei, mas estas vozes ao longe asseguram-me um conforto imenso.
Tão bem dito, Sofia.
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