poema de Sophia de Mello Breyner
pintura de Emre Hüner
Intacta memória – se eu chamasse
Uma por uma as coisas que adorei
Talvez que a minha vida regressasse
Vencida pelo amor com que a lembrei.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Sophia , eternamente.
ResponderEliminarSempre que ouço o argumento de que a língua portuguesa é "áspera" para ser cantada, invoco logo a escrita de Sophia e ninguém é capaz de achar que não é música.
Gosto tanto que, sem o querer, decorei vários dos seus poemas.