Há algo que me desconforta em toda esta Obamania, em toda esta encenação de novo Messias.
Não há homens providenciais, muito menos que se sintam imbuídos de uma missão divina, jurando a Constituição sobre a Bíblia, so help me God.
Esperemos que Obama cumpra, com a sua equipa, aquilo em que acredita, com as fraquezas e as forças de uma pessoa que se propõe realizar uma tarefa bem difícil. Se não, a seguir a alguém que falava com Deus temos um enviado de Deus, so help us God.
O melhor é mesmo baixar a febre com umas aspirinas.
ResponderEliminarA herança que recebeu é catastrófica e os remédios...podem matar o doente.
Há muita coisa que pode mudar e não custa dinheiro: direitos humanos, diálogo, algum respeito pelos outros etc., mas os clãs de Washington e do Pentágono mandam em quase tudo.
Cumprimentos
Cumprir, cumprirá. Com a dedicaçao, a intençao. Agora se o deixam já é outra história completamente diferente...
ResponderEliminarO homem apenas cumpriu aquilo a que a Constituição o obriga. E teve de fazê-lo uma segunda vez em privado, pois já havia quem dissesse que ele ainda não era presisente, devido à hesitação causada pela má colocação de um advérbio por parte do juíz presidente do supremo. Por mim, tenho algumas esperanças, mas goosto de ser realista.
ResponderEliminarÉ verdade.
ResponderEliminarTudo que é levado ao exagero não é saudável.
As expectativas são muitas, de facto.
Mas Obama não faz milagres.
Bom fim-de-semana!
:)
Bj
Vá lá que vejo alguém concordar comigo sobre o excesso de expectativas sobre o Obama. Muitas delas claramente contraditórias.
ResponderEliminarSobre o seu antecessor ( e desculpem-me por me repetir) acho vergonhoso como querem fazer dele um bode expiatório para tudo. Insclusivé para falhas que lhe serão (em alguma parte) alheias.
Pelo menos aquela recusa em aceitar o protocolo de Quioto é que vejo como imperdoável - mas não foi só ele.