(pintura de Graça Morais)
Os simples recordam
manhãs de lençóis quentes
pão que estala entre dedos
as janelas de ar gelado.
Os simples não gastam
palavras necessárias
nas faces do amor
que se desejam.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...
Os simoles poupam as palavras mas amam com sabem e sabem-no bem.
ResponderEliminarConvido a visitar um poema de um dos melhores poetas espanhois do século XX (dos do chamado exilio interior), que vem a versar sobre o mesmo tema.
ResponderEliminarhttp://cafedelartista.blogspot.com/2008/09/celaya-se-hombre.html
Obrigada, Eduardo. Não conhecia, mas vou procurar conhecer.
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