Para descansar da educação e dos ovos, dos enxovalhos e da incrível e demente demagogia que tomou conta de tanta gente com responsabilidade, ontem fiz um intervalo de bom filme, boa conversa e, sobretudo, boa companhia.
Recomendo vivamente Paris. A cidade luminosa e escura, de poesia e vielas, de sofrimento e amor, de solidão, não deixem de respirar aquele optimismo doce e furtuito. Lindíssimo.
(realização de Cédric Klapisch)
Fez muitíssimo bem em descansar. E tomo nota da sugestão.
ResponderEliminarCara Sofia
ResponderEliminarLamento que entre na onda de denegrir os professores. A avaliação dos docentes é o meio de uma política de Educação desastrosa deste Governo. A razão de fundo está em "despachar" os professores mais velhos e silenciar os professores da geração 30 40 anos, "ocupá-los e dar mérito a profesosres com competências administrativas (será isso que o País quer?) e pouco tempo para leccionar. Se ler o novo ECD a palavra ensinar desapareceu. Acha que um professor titular é melhor professor? Tendo como critérios de selacção os últimos 7 anos?
Acha interessante basear-se na avaliação de 1 ou até 3 aulas que sejam num ano lectivo, quando em média cada professor tem cerca de 100 aulas?
Lamento que pense que estou a denegrir os professores. Não é o caso.
EliminarDevido ao adiantado da hora...
ResponderEliminarprofessores e não "profesosres"
Será mais meritório para a Educação professores pedagógicamente actualizados ou professores com "dotes" administrativos e jurídicos ?
Aconteceu em Paris: "Os cartazes de Paris" eram, também, empunhados por professores.
ResponderEliminar