(pintura de Graça Morais)
Os simples recordam
manhãs de lençóis quentes
pão que estala entre dedos
as janelas de ar gelado.
Os simples não gastam
palavras necessárias
nas faces do amor
que se desejam.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Os simoles poupam as palavras mas amam com sabem e sabem-no bem.
ResponderEliminarConvido a visitar um poema de um dos melhores poetas espanhois do século XX (dos do chamado exilio interior), que vem a versar sobre o mesmo tema.
ResponderEliminarhttp://cafedelartista.blogspot.com/2008/09/celaya-se-hombre.html
Obrigada, Eduardo. Não conhecia, mas vou procurar conhecer.
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