(pintura de Graça Morais)
Os simples recordam
manhãs de lençóis quentes
pão que estala entre dedos
as janelas de ar gelado.
Os simples não gastam
palavras necessárias
nas faces do amor
que se desejam.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...
Os simoles poupam as palavras mas amam com sabem e sabem-no bem.
ResponderEliminarConvido a visitar um poema de um dos melhores poetas espanhois do século XX (dos do chamado exilio interior), que vem a versar sobre o mesmo tema.
ResponderEliminarhttp://cafedelartista.blogspot.com/2008/09/celaya-se-hombre.html
Obrigada, Eduardo. Não conhecia, mas vou procurar conhecer.
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