(aguarela de Peter Doig: Driftwood)
Sigo a asa do pássaro
da raiz à abstracção
da distância às nuvens
sigo o tempo que bebe
os olhos que planam
para além da vertigem.
Sigo a asa do pássaro
o grito surdo da alma
que inicia a viagem.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Lindo!
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