(aguarela de Peter Doig: Driftwood)
Sigo a asa do pássaro
da raiz à abstracção
da distância às nuvens
sigo o tempo que bebe
os olhos que planam
para além da vertigem.
Sigo a asa do pássaro
o grito surdo da alma
que inicia a viagem.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...
Lindo!
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