17 maio 2008

Solidariedade


 


O bom senso é importante, mesmo indispensável, e deve aplicar-se a várias áreas de comportamento. Não conheço as leis que regem a higiene, a segurança alimentar e a saúde na restauração ou noutros estabelecimentos que guardam e disponibilizam comida, com ou sem fins lucrativos, mas parece-me evidente que devem ser idênticos e rigorosamente controlados.


 


Não percebo porque é que as Instituições de Solidariedade Social podem ser autorizadas a terem piores condições para a conservação dos alimentos, ou porque não devem ter os mesmos cuidados com a proveniência e a confecção das comidas.


 


Será que quem necessita de recorrer a essas instituições tem apenas direito a comida, independentemente da forma como é conservada e confeccionada?


 


A quem estará a incomodar tanto a ASAE?

4 comentários:

  1. Sintonizados no tema, apenas com abordagens -parcialmente- diferentes.

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  2. O problema reside na "ideia de intransigência" que é transmitida junto destas instituições sociais. Penso, contudo, que se deve exigir melhoria de condições, mas nunca, e por nunca semelhantes às exigidas para outros tipos. O trabalho social desempenhado deve ser acarinhado e não confrontado com esta rigidez de princípios. Como dizia o padre Lino Maia, a dita ASAE é "forte com os fracos e fraca com os fortes".

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  3. mario15:37

    Acho tudo uma chinises...so quando o ps esta no poder ha pior fome do mundo, quando esta a direita todo as maravilhas, governam-se .

    A maior parte da dadiva e o arroz ou açucar, para isso não frigorificos

    Ate em materia de pobreza somos umas lastima

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  4. Obrigada a todos pelos comentários.
    A actuação da ASAE , cujo objectivo é inspeccionar o cumprimento das leis, tem sido alvo das mais diversa denúncias e perseguições. Acho uma coincidência demasiado coincidente para não ser suspeita.

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