O bom senso é importante, mesmo indispensável, e deve aplicar-se a várias áreas de comportamento. Não conheço as leis que regem a higiene, a segurança alimentar e a saúde na restauração ou noutros estabelecimentos que guardam e disponibilizam comida, com ou sem fins lucrativos, mas parece-me evidente que devem ser idênticos e rigorosamente controlados.
Não percebo porque é que as Instituições de Solidariedade Social podem ser autorizadas a terem piores condições para a conservação dos alimentos, ou porque não devem ter os mesmos cuidados com a proveniência e a confecção das comidas.
Será que quem necessita de recorrer a essas instituições tem apenas direito a comida, independentemente da forma como é conservada e confeccionada?
A quem estará a incomodar tanto a ASAE?
Sintonizados no tema, apenas com abordagens -parcialmente- diferentes.
ResponderEliminarO problema reside na "ideia de intransigência" que é transmitida junto destas instituições sociais. Penso, contudo, que se deve exigir melhoria de condições, mas nunca, e por nunca semelhantes às exigidas para outros tipos. O trabalho social desempenhado deve ser acarinhado e não confrontado com esta rigidez de princípios. Como dizia o padre Lino Maia, a dita ASAE é "forte com os fracos e fraca com os fortes".
ResponderEliminarAcho tudo uma chinises...so quando o ps esta no poder ha pior fome do mundo, quando esta a direita todo as maravilhas, governam-se .
ResponderEliminarA maior parte da dadiva e o arroz ou açucar, para isso não frigorificos
Ate em materia de pobreza somos umas lastima
Obrigada a todos pelos comentários.
ResponderEliminarA actuação da ASAE , cujo objectivo é inspeccionar o cumprimento das leis, tem sido alvo das mais diversa denúncias e perseguições. Acho uma coincidência demasiado coincidente para não ser suspeita.