Palavras rolam pelos dedospelas teclas pelas fontes
desta saudade funda
dormente calada
como ondas cíclicas
vagas de sonhos envolventes
rebentam na praia
da espuma que se desfez.
(pintura de Scott Rasmann)
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
As aves são assim
ResponderEliminarpoisam no nosso olhar
Lindo.Lindo.
ResponderEliminarO mar(do poema anterior) e a praia(do presente poema) aquele os sonhos esta a foz onde estes vêm derramar-se por não realizados. Lindo os teus dois poemas que se podem unir em um só poema.
ResponderEliminarUma ode à saudade que o ex-Ministro da Saúde tem já pela respectiva pasta?:)
Bom fim de semana
Lobo das Estepes
Magnífico regresso à poesia.
ResponderEliminarHarryHaller, ainda não são suadades do ministro, mas parece que quem o queria ver pelas costas já chora. Obrigada ao Mar Arável, à Dona Gata e ao Lino, sempre atentos e simpáticos.
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