Palavras rolam pelos dedospelas teclas pelas fontes
desta saudade funda
dormente calada
como ondas cíclicas
vagas de sonhos envolventes
rebentam na praia
da espuma que se desfez.
(pintura de Scott Rasmann)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
As aves são assim
ResponderEliminarpoisam no nosso olhar
Lindo.Lindo.
ResponderEliminarO mar(do poema anterior) e a praia(do presente poema) aquele os sonhos esta a foz onde estes vêm derramar-se por não realizados. Lindo os teus dois poemas que se podem unir em um só poema.
ResponderEliminarUma ode à saudade que o ex-Ministro da Saúde tem já pela respectiva pasta?:)
Bom fim de semana
Lobo das Estepes
Magnífico regresso à poesia.
ResponderEliminarHarryHaller, ainda não são suadades do ministro, mas parece que quem o queria ver pelas costas já chora. Obrigada ao Mar Arável, à Dona Gata e ao Lino, sempre atentos e simpáticos.
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