
A pedra é bela, opaca,
peso-a gostosamente como um pão.
É escura, baça, terrosa, avermelhada,
polvilhada de cinza.
Contemplo-a: é evidente, impenetrável,
preciosa.
(poema de António Ramos Rosa; pintura de Fiona Mc’Lean)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...
Vim hoje ler os teus escritos. Fico sempre admirada pela tua capacidade de te indignares, de reagires ao que se passa neste país. É um estado de pureza que já perdi. Não levo nada disto a sério. ´São umas pessoazinhas que aceitaram fazer aqueles papéis. Mediocres como tudo o resto neste país. Safamo-nos nós e mais alguns que também ninguém conhece. Beijinhos. Mantém-te atenta. Ana MP
ResponderEliminarAna MP
ResponderEliminarObrigada por visitares o blogue.
"Vemos, ouvimos e lemos,
não podemos ignorar"...
Sei que também estás atenta.
Beijos.