
A pedra é bela, opaca,
peso-a gostosamente como um pão.
É escura, baça, terrosa, avermelhada,
polvilhada de cinza.
Contemplo-a: é evidente, impenetrável,
preciosa.
(poema de António Ramos Rosa; pintura de Fiona Mc’Lean)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Vim hoje ler os teus escritos. Fico sempre admirada pela tua capacidade de te indignares, de reagires ao que se passa neste país. É um estado de pureza que já perdi. Não levo nada disto a sério. ´São umas pessoazinhas que aceitaram fazer aqueles papéis. Mediocres como tudo o resto neste país. Safamo-nos nós e mais alguns que também ninguém conhece. Beijinhos. Mantém-te atenta. Ana MP
ResponderEliminarAna MP
ResponderEliminarObrigada por visitares o blogue.
"Vemos, ouvimos e lemos,
não podemos ignorar"...
Sei que também estás atenta.
Beijos.