
A pedra é bela, opaca,
peso-a gostosamente como um pão.
É escura, baça, terrosa, avermelhada,
polvilhada de cinza.
Contemplo-a: é evidente, impenetrável,
preciosa.
(poema de António Ramos Rosa; pintura de Fiona Mc’Lean)
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Vim hoje ler os teus escritos. Fico sempre admirada pela tua capacidade de te indignares, de reagires ao que se passa neste país. É um estado de pureza que já perdi. Não levo nada disto a sério. ´São umas pessoazinhas que aceitaram fazer aqueles papéis. Mediocres como tudo o resto neste país. Safamo-nos nós e mais alguns que também ninguém conhece. Beijinhos. Mantém-te atenta. Ana MP
ResponderEliminarAna MP
ResponderEliminarObrigada por visitares o blogue.
"Vemos, ouvimos e lemos,
não podemos ignorar"...
Sei que também estás atenta.
Beijos.