19 abril 2017

18 abril 2017

O verdadeiro problema...

... não é a existência de um referendo ou de referendos em democracias, mas sim a inexistência da democracia onde se fazem referendos, como parece ser o caso do votado na Turquia, há 2 dias.


 


Os referendos são instrumentos de democracia directa utilizados em casos específicos, regulados pela lei dos países democráticos. O resultado desses referendos, por muito que nos penalizem, devem ser respeitados, como é o caso do referendo relativo ao BREXIT. Percebe-se agora que os defensores do BREXIT não faziam a mínima ideia do que fariam caso o ganhassem, que não antecipavam, mas o resultado não pode ser escamoteado - a maioria dos cidadãos do Reino Unido quer sair da União Europeia.


 


O mesmo não se pode afirmar confiadamente sobre o referendo turco que pedia autorização para o reforço dos poderes de Erdogan. A Turquia não é uma democracia - perseguições políticas a intelectuais, professores, juízes, queima de livros, censura, prisões, manipulação da informação antes e durante o período de propaganda. Não é o resultado do referendo (que não é fidedigno) que reduz ou pode terminar a democracia quando ela já não existia.

16 abril 2017

Preciso me encontrar


Cartola


 



 Zeca Pagodinho & Marisa Monte


 


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Rir pra não chorar


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


Quero assistir ao sol nascer


Ver as águas dos rios correr


Ouvir os pássaros cantar


Eu quero nascer


Quero viver


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Rir pra não chorar


Se alguém por mim perguntar


Diga que eu só vou voltar


Depois que me encontrar


 


Quero assistir ao sol nascer


Ver as águas dos rios correr


Ouvir os pássaros cantar


Eu quero nascer


Quero viver


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


(Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar)


 


Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


(Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar)

08 abril 2017

Da falta de decoro

antonio mexia.jpg


 


 


Mexia: limitar ordenados de gestores seria "ratar migalhas"


 


Estas são as migalhas de que fala:


 


António Mexia recebeu €5.578 brutos por dia no ano passado

O uso das armas químicas

O facto de se condenar o uso de armas químicas na Síria não é o mesmo que aplaudir o ataque dos EUA. A rapidez com que já se concluiu que tinha sido Bashar al-Assad o responsável, aceitando a intervenção dos EUA sem mais explicações e à margem das Instituições internacionais, recorda o que se passou com a manipulação informativa aquando da guerra do Iraque, nomeadamente com a evidência de existência das armas de destruição maciça. Não podemos, no entanto, escamotear que houve, de facto, um horrível ataque com armas químicas.


 


Mas a estratégia do PCP de tentar desviar o assunto que se discute com outros horríveis pecados do adversário, desculpabilizando os seus aliados, é também conhecido, arcaico e desonesto.

07 abril 2017

Do arcaísmo ideológico ainda vivo

O PCP continua a manter as suas costumeiras características de uma cegueira ideológica arcaica. Inacreditável que, perante um inqualificável crime de guerra na Síria, com a utilização de premeditada de armas químicas, não se tenha juntado ao voto de condenação no Parlamento português. Pelo contrário, condena os EUA pelo bombardeamento que se lhe seguiu.


 


É lamentável e incompreensível.

Do choque de Dijsselbloem

Jeroen Dijsselbloem.jpg


 


 


É natural que Dijsselbloem tenha ficado chocado - não estava à espera da frontalidade e da serenidade de Ricardo Mourinho Félix.


 


Ainda bem que temos gente que assim choca os Dijsselbloems do Eurogrupo, o tal que manda e desmanda na Europa.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...