(...) Por isso, afirmo, e mantenho, que a “doutrina Expresso” é errada. E é perigosa. E prefiro acreditar que esta “teorização” jornalística foi resultado da precipitação e da cólera, e não de uma convicção real sobre o jornalismo e o seu papel.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
(...) Por isso, afirmo, e mantenho, que a “doutrina Expresso” é errada. E é perigosa. E prefiro acreditar que esta “teorização” jornalística foi resultado da precipitação e da cólera, e não de uma convicção real sobre o jornalismo e o seu papel.
As reuniões têm-se sucedido, secretas e buliçosas, onde as colheres e as batedeiras rivalizam com ovos, farinha e açúcar. A crise abunda e não há tempo para delongas. Somam-se experiências para aproveitar, reciclar, adoçar, saborear, utilizando ingredientes, fragrâncias e paladares na prossecução dos ideias da Grande Cozinha Semanal. A investigação internáutica é essencial para a elaboração dos projectos.
Por vezes, divulgam-se algumas actas. A de hoje passou por entre os ruídos de aprovação deleitada, que distraíram os Aventais mais rigorosos.
Tarte de ameixas
Ingredientes:
Massa:
1 folha massa quebrada (qualquer uma já preparada, daquelas que se compram nos hipermercados)
Recheio:
10 a 14 ameixas maduras (cortadas em metades sem caroço)
30ml de aguardente, conhaque, rum, vodka...
20g + 100g de açúcar
2 ovos
200ml de natas
30g de farinha
Preparação:
Retira-se a massa quebrada do frigorífico e forra-se uma forma de tarte, mantendo o papel.
Numa frigideira espalha-se o açúcar e colocam-se as ameixas descaroçadas e cortadas ao meio. Regam-se com a aguardente e levam-se ao lume brando, deixando-se cozer durante 5 minutos. Viram-se as ameixas e cozem outros 5 minutos, colocando-se depois sobre a massa.
Batem-se os ovos e o açúcar até obter um creme espesso e esbranquiçado. Adicionam-se as natas, sempre batendo, depois a farinha.
Deita-se o creme por cima das ameixas e leva-se ao forno (médio) cerca de 20 minutos.
Come-se só ou com gelado.
O Ministério da Saúde e o Ministro Paulo Macedo desdobram-se em apelos, discursos e declarações de grande disponibilidade para o diálogo, para a abertura de concursos, até para as revisões salariais, depois de terem estado meses sem honrar os compromissos que tinham assumido na altura da desconvocação da greve às horas extraordinárias, mantendo, no entanto, propostas ambíguas e pouco consentâneas com as propaladas nos media. Repentinamente há reuniões marcadas ao domingo, numa tentativa de evitar uma greve que, depois da desastrada alusão à requisição civil, fez extremar a posição dos sindicatos.
Apesar das tentativas do PCP para instrumentalizar a paralisação, que Paulo Macedo e Passos Coelho não se iludam - esta é uma greve que surge em defesa de condições de trabalho e salariais, é claro, mas também da dignidade profissional, da qualidade assistencial e da equidade e igualdade de acesso ao SNS. É uma greve política, sim, porque defende princípios consagrados na Constituição, aquela que o governo não se importa de suspender para ir além da troika.
Gostava de conhecer Pedro Tamen. Gostava de conhecer o seu silencioso estar, fora das televisões, dos blogues, dos facebooks, fora da incrível tentação de dizer coisas, muitas e importantes coisas, tão interessantes, literárias, mundanas e triviais, aquelas coisas que todos estamos sempre com tanta vontade de dizer.
Gostava de conhecer Pedro Tamen. Ou se calhar não. Gosto só da ideia, da imagem que tenho dele, por não ter nenhuma, a não ser da poesia que escreve e de que eu gosto tanto.
17.
No clandestino recanto
com que sentado labuto
os pespontos do meu canto,
neste perdido reduto
em que as mãos amadurecem
a peça que fugirá
das mãos dos que não merecem
para andar ao deus-dará
num universo de espanto
em que o amor vai curtido,
calado, surdo, tingido
de uma cor que é o sentido
da salvação que acalanto
- aqui me caio e levanto.
(...) Não há duas interpretações possíveis para estas palavras, apenas esta: o indivíduo que é pago pelo Estado para exercer o cargo de Presidente da República está a invocar um acordo de empréstimo com entidades estrangeiras em ordem a justificar a sua demissão voluntária para respeitar e fazer respeitar a Constituição. Ainda por cima, o indivíduo, e quem o apoia, tudo fez para que Portugal fosse obrigado a recorrer a esse empréstimo, e nas piores condições negociais. Era o três em um: queda de Sócrates, subida da direita ao poder e licença ao abrigo da Troika para uma experiência de reengenharia social nascida da mais irresponsável ignorância. (...)
Iogurte natural, magro
Misturar o iogurte, o leite e o leite em pó e deitar nos copinhos da iogurteira. Deixar ligada durante 12h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Iogurte de chocolate, magro
Derreter o chocolate partido aos bocadinhos no leite e deixar ferver. Depois de arrefecer misturar o iogurte e o leite em pó e deitar nos copinhos da iogurteira. Deixar ligada durante 10h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Iogurte de baunilha, magro
Abrir as vagens de baunilha e raspar o conteúdo para dentro de um fervedor. Juntar o leite e deixar ferver durante 10 minutos. Depois de arrefecer, misturar o iogurte e o leite em pó e deitar nos copinhos da iogurteira. Deixar ligada durante 12h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Iogurte de coco, magro
Juntar o leite ao coco ralado e deixar ferver durante 10 minutos. Depois de arrefecer, misturar o iogurte e o leite em pó e deitar nos copinhos da iogurteira. Deixar ligada durante 10h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Iogurte de banana, magro
Fazer um batido com a banana e o leite. Misturar o iogurte e o leite em pó e deitar nos copinhos da iogurteira. Deixar ligada durante 10h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Iogurte de cacau, magro
Ferver o pó de cacau com o leite e, depois de arrefecer, misturar o iogurte e o leite em pó. Deitar nos copinhos da iogurteira que se deixa ligada durante 12h. Consumir depois de 3h no frigorífico.
Nota: Quem quiser pode substituir a palavra magro por gordo ou meio-gordo, aumentar a quantidade de chocolate e cacau, ou juntar açúcar (ao gosto de cada um, habitualmente 50g/1l leite).
(...) Tem Miguel Relvas toda a razão: todo o cidadão tem direito ao bom nome. Até ele, que o negou a outros. Curioso que só se dê disso conta quando é à sua porta que as acusações e insinuações batem, depois de tudo ter feito, como tantos "notáveis" do seu partido, de Santana a Ferreira Leite, de Marques Mendes a Menezes, de Pacheco Pereira a Passos, para que a doença do ad hominismo infetasse o combate político, banalizando as considerações sobre "o carácter", o percurso académico e até a família dos adversários. (...)
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...