(...) Não há duas interpretações possíveis para estas palavras, apenas esta: o indivíduo que é pago pelo Estado para exercer o cargo de Presidente da República está a invocar um acordo de empréstimo com entidades estrangeiras em ordem a justificar a sua demissão voluntária para respeitar e fazer respeitar a Constituição. Ainda por cima, o indivíduo, e quem o apoia, tudo fez para que Portugal fosse obrigado a recorrer a esse empréstimo, e nas piores condições negociais. Era o três em um: queda de Sócrates, subida da direita ao poder e licença ao abrigo da Troika para uma experiência de reengenharia social nascida da mais irresponsável ignorância. (...)
O partido socialista devia insistir e reavivar sobretudo a alternativa à intervenção da troika,sabendo como sabemos que o pec 4 passou à margem do grande público. Apenas os episódios de ser do conhecimento de Passos C. ou não é que ,se a memória não me falha, mereceu grandes títulos e epítetos!
ResponderEliminarJá que o psd não se farta de chamar ao discurso de defesa as supostas iniquidades do passado ..
.Não por querer esconder os erros , mas repor a verdade dos factos!