No próximo dia 19, sábado, há um excelente local para passar a noite, com o brinde de se ouvir poesia e se conhecer uma mulher excepcional.
Palacete dos Viscondes de Balsemão, Porto
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
No próximo dia 19, sábado, há um excelente local para passar a noite, com o brinde de se ouvir poesia e se conhecer uma mulher excepcional.
Palacete dos Viscondes de Balsemão, Porto
Sem qualquer explicação, prévia ou adicional, da ARSLVT ou do Ministério da Saúde, tivemos todos conhecimento da decisão do encerramento das urgências pediátricas nos Hospitais Distritais de Setúbal (HDS) e do Barreiro (HDB), no período nocturno entre 15 de Junho e 15 de Setembro.
Sou totalmente favorável à racionalização dos escassos recursos existentes na saúde, nomeadamente em recursos humanos. Se não há número suficiente de Pediatras e de Neonatalogistas que assegurem uma assistência de qualidade nesses hospitais e/ou se o número de casos não justifica a existência de equipas de urgência nesses hospitais, parece-me até muito bem que sejam concentradas as urgências num único hospital, neste caso o Hospital Garcia de Orta (HGO), desde que os médicos que trabalham nos HDS e HDB cumpram as suas horas em serviço de urgência no HGO, reforçando as equipas que aí trabalham. Noutros países, como França, as urgências gerais na cidade de Paris estão concentradas, formando-se equipas com os profissionais de todos os hospitais. É óbvio que, para que isto seja viável, têm que ser acautelados os transportes em ambulâncias devidamente equipadas, não só em meios técnicos como humanos.
Mas alguém percebeu de facto o que se está a passar? Esta é uma medida que serve apenas para o período de Verão ou será permanente? O número de casos é diminuto só em época de Verão? Há número suficiente de profissionais nos restantes meses do ano? Estas medidas inserem-se nalgum plano geral ou são conjunturais e pontuais? Será que a ARSLVT e o Ministério da Saúde não consideram esta alteração na organização dos serviços prestados à população suficientemente importante para virem esclarecer e acalmar as populações?
E esta medida serve apenas para as urgências pediátricas da margem sul? E as da margem norte? E para os serviços de urgência de adultos, não se justificariam medidas semelhantes?
Afinal, que orientações políticas existem no Ministério da Saúde? Só a pandemia de gripe A justificava comunicados contínuos e permanentes conferências de imprensa?
Ainda não chegou ao fim, nem nunca chegará, a história do negócio da PT/TVI. Mas o objectivo que Pacheco Pereira tanto perseguiu foi atingido, ou seja, a certeza de que têm que ser divulgadas as escutas para que se faça luz sobre o assunto.
Tudo é lamentável, desde a forma como tudo começou, até à permanência de uma personagem como Ricardo Rodrigues em representação do PS, as ameaças de Pacheco Pereira e as certezas antecipadas de João Semedo.
Ninguém sai prestigiado deste episódio, mas quem mais danificado ficou foi o próprio Parlamento.
Cavaco Silva, pelo contrário, fez uma intervenção que, para quem tivesse recuperado de um coma de 25 anos, pensaria que o Presidente que nunca tinha assumido responsabilidades políticas no país, nomeadamente a chefia de governos apoiados por duas maiorias absolutas consecutivas.
Cavaco Silva fez, mais uma vez, o discurso das glórias passadas dos valorosos portugueses, aproveitando, também mais uma vez, para criticar o governo, falando da situação insustentável a que chegámos, da justiça na distribuição dos sacrifícios, da retórica da desgraça a que não estamos condenados, a não ser que sejamos coesos e não baixemos os braços. Foi um discurso lúgubre, paupérrimo, ultrapassado, sem rasgo nem entusiasmo.
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...