Händel - Arrival of the Queen of Sheba
Amethyst Quartet:
Johnny Salinas - Soprano Saxophone
Sean Hurlburt - Alto Saxophone
Luke Gay - Tenor Saxophone
Zachary Pfau - Baritone Saxophone
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Händel - Arrival of the Queen of Sheba
Amethyst Quartet:
Johnny Salinas - Soprano Saxophone
Sean Hurlburt - Alto Saxophone
Luke Gay - Tenor Saxophone
Zachary Pfau - Baritone Saxophone
Nunca percebi a introdução das taxas moderadoras para as cirurgias de ambulatório e para os internamentos hospitalares. Sempre as considerei um erro político e, pelo que então dizia Correia de Campos, não ajudavam ao financiamento do SNS.
Parece que há projectos-lei do PCP, BE e CDS para acabar com estas taxas moderadoras. Espero que passem e que o PS reconheça que foi um erro político.
Não deixa de ser interessante ver o CDS a votar ao lado do BE e do PCP. As voltas que o mundo dá.
(Ana Moura)
Mas porque é que a gente não se encontra
No largo da bica fui-te procurar
Campo de cebolas e eu sem te encontrar
Eu fui mesmo até à casa do fado
Mas tu não estavas em nenhum lado
Mas porque é que a gente não se encontra
Mas porque é que a gente não se encontra
Já estou sem saber o que hei-de fazer
Se seguir em frente ai madre de deus
Se voltar a trás ai chiados meus
E o rio diz que tarde infeliz
Mas porque é que a gente não se encontra
Mas porque é que a gente não se encontra
Já estou farta disto farta de verdade
Vou beber a bica sentar e pensar
Ver se esta saudade ai fica ou não fica
E talvez sem querer não querem lá ver
Sem te procurar te veja passar
Sem te procurar te veja passar
A desertificação do debate político que leva a uma eleição de um líder com 96,43% dos votos é da responsabilidade dos militantes e dos simpatizantes desse partido, mais especificamente do PS.
Se há medo é porque os cargos e os favores são mais importantes do que as ideias e os valores. Mas é um fenómeno transversal a todos os partidos, mesmo a toda a sociedade, basta observar o amorfismo dos partidos da oposição, principalmente do PSD, e da chamada sociedade civil, que se aninha no que acha que é a segurança da paz podre.
É precisamente em tempos de crise que se devem questionar as raízes das nossas convicções. O que entendemos que é o nosso papel na sociedade, o que entendemos que deve ser o papel do estado, quais os serviços que deve assegurar, o que entendemos ser a pluralidade de opiniões, a negociação e a decisão de quem tem essa responsabilidade. O que entendemos ser o papel dos sindicatos, o que entendemos ser o sindicalismo nos dias de hoje, o trabalho, a precariedade no emprego, quais os direitos e os deveres dos trabalhadores.
Há algo que julgo ser muito importante o PS e Sócrates clarificarem antes das eleições legislativas: qual a política de alianças que defendem após as eleições, caso não tenham maioria absoluta. É que disso também pode depender a votação no PS. Para mim é indispensável que o PS afirme e cumpra que não fará alianças com o PSD e com o CDS/PP. É uma questão de princípios e alguns princípios devem estar na base de um partido que se apresenta a eleições.
(pintura de Elohim Sanchez: Couple)
Passeamos pelo lado esquerdo
fintamos os passeios atravessamos asfaltos
olhos de água coração de sementes
passeamos pela solidão de nos querermos
em tanto e tão usado tempo
escorremos pelas mãos sem medo
de nos perdermos.
Ana Jorge sempre exerceu a sua actividade profissional no SNS e é sua defensora acérrima. Nas suas funções de Ministra tem uma oportunidade única de promover uma verdadeira reforma das carreiras médicas, indispensável para a manutenção e melhoria da qualidade do SNS, nas suas vertentes de serviço público e de sustentabilidade do mesmo.
Os médicos são profissionais altamente qualificados e com enormes responsabilidades que prestam um serviço à comunidade. Enquanto servidores do estado devem pugnar porque esse serviço seja o melhor e o mais qualificado, tendo o estado o direito e o dever de defender a saúde dos seus cidadãos.
Não é possível esperar mais por essa reforma. As carreiras médicas estão paralisadas e desreguladas, os contratos de trabalho nos vários hospitais EPE e privados precisam de regras, nomeadamente no que diz respeito à qualificação e respectiva remuneração; é necessário que, de uma vez por todas se separem os sectores privado do público, com dedicação exclusiva, plena, o que lhe quiserem chamar, aliciando os médicos ao trabalho a tempo inteiro num determinado sector, dando-lhes condições de trabalho e remuneratórias condignas e exigindo-lhes cumprimento de horários, objectivos, etapas, formação, etc.
É hora de investir no sector público, de rentabilizar os blocos operatórios e as consultas, de melhorar e incentivar a formação e a abordagem multidisciplinar dos doentes, de investir na investigação clínica, de promover os rastreios, de centrar o acesso aos cuidados de saúde nos cuidados primários, nos Médicos de Família que trabalham nos Centro de Saúde e nas USFs.
Esperemos que o Ministério não perca esta oportunidade e que os Médicos conduzam as negociações de uma forma firme e digna. O comunicado conjunto da Ordem dos Médicos e das Associações Sindicais pode ser uma boa ou uma má notícia. Esperemos que aproveitem a unidade não para uma defesa corporativista que só descredibilizará a classe mas para uma defesa da verdadeira qualificação, certificação e dedicação ao serviço público, não abdicando das condições de trabalho e remuneratórias a que têm direito.
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...