Não sei porque é que este parágrafo do Manifesto em defesa da Caixa de Previdência dos Jornalistas não pode ser aplicado aos professores, aos médicos, aos enfermeiros, aos bombeiros, aos polícias, aos militares, aos mineiros (mesmo que sejam muito poucos), aos talhantes e a um sem número de outras classes profissionais!
(…) 3. O facto de os jornalistas disporem de um subsistema de Saúde significa que o Estado tem em conta, há décadas, as especificidades da nossa profissão, designadamente jornadas intensas e prolongadas e informalidade de horários, com fortes impactos na saúde e na qualidade de vida destes profissionais, como demonstra a significativa prevalência de stress e de doenças do foro cardíaco, desgaste rápido e até morte precoce. Esta situação agravou-se nos últimos anos, com a crescente precariedade, um extraordinário aumento dos níveis de exigência, polivalência e de disponibilidade. (…)
Já agora sugiro que se distribua o Manifesto em todas as casas, para que todos o possamos assinar, alterando o nome da profissão de risco e criando Caixas de Previdência para cada uma, alertando para as especificidades dos perigos inerentes a cada trabalho.
(…) 3. O facto de os jornalistas disporem de um subsistema de Saúde significa que o Estado tem em conta, há décadas, as especificidades da nossa profissão, designadamente jornadas intensas e prolongadas e informalidade de horários, com fortes impactos na saúde e na qualidade de vida destes profissionais, como demonstra a significativa prevalência de stress e de doenças do foro cardíaco, desgaste rápido e até morte precoce. Esta situação agravou-se nos últimos anos, com a crescente precariedade, um extraordinário aumento dos níveis de exigência, polivalência e de disponibilidade. (…)
Já agora sugiro que se distribua o Manifesto em todas as casas, para que todos o possamos assinar, alterando o nome da profissão de risco e criando Caixas de Previdência para cada uma, alertando para as especificidades dos perigos inerentes a cada trabalho.



