Não consigo deixar de me sentir revoltada com o fecho anunciado da fábrica da Opel da Azambuja. Bem sei que é o mercado e a globalização e tudo o que quiserem. Mas que não me parece moralmente correcto despedir 1500 trabalhadores que o ano passado eram considerados muito bons, muito produtivos, maravilhosos, enfim, não me parece.
O ministro da economia vem dizer que está tudo em aberto. Pois está, as portas bem abertas para todos saírem, o mais depressa possível, e transferirem tudo para Saragoça cujos trabalhadores, este ano, vão passar a ser, por sua vez, maravilhosos.
Ao menos alguma coisa mexe na educação. Espero que mexa ainda mais, na saúde também, na justiça, e em muitos outros sectores, que tanto precisam, que tanto precisamos de um pouco de esperança.
Mas o que se está a passar na Azambuja é deprimente. Triste e deprimente.
O ministro da economia vem dizer que está tudo em aberto. Pois está, as portas bem abertas para todos saírem, o mais depressa possível, e transferirem tudo para Saragoça cujos trabalhadores, este ano, vão passar a ser, por sua vez, maravilhosos.
Ao menos alguma coisa mexe na educação. Espero que mexa ainda mais, na saúde também, na justiça, e em muitos outros sectores, que tanto precisam, que tanto precisamos de um pouco de esperança.
Mas o que se está a passar na Azambuja é deprimente. Triste e deprimente.





