
Stuart Carvalhais
Nem no fado me detenho
Se a tua mão se insinua
A ternura do desenho
Que na pele se habitua
Nem com fado me sustenho
Se a tua mão acentua
O murmúrio que retenho
No deserto que recua
Basta já pouco de nós
Já pouco de nós sobrou
No fado de estarmos sós
Que a sós de pouco chegou
Nem do fado me contenho
Se a tua mão perpetua
No sorriso que mantenho
Se a carícia continua
Basta já pouco de nós
Já pouco de nós sobrou
No fado de estarmos sós
Que a sós de pouco chegou
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