20 julho 2017

Democracia - a linha divisória

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Comunistas portugueses defendem Maduro


 


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PCP votou contra homenagem a dissidente chinês. E ouviu: “Lembram-se de Tiananmen?”


 


O PCP não aprende nada com a História. Mantém a mesma linha ideológica totalitária e, contra as maiores evidências de atropelos à democracia, desde que perpetrados por regimes próximos dos comunistas, negam-os, enquanto os mesmos atropelos dos regimes de direita, denunciam-nos.


 


É por estas e por outras que a coabitação com o PS deixa tanta gente, eu incluída, com um sabor amargo e com a sensação de se estar a ultrapassar a linha que divide os verdadeiros democratas, que defendem a liberdade de expressão de pensamento e aceitam o jogo democrático, dos defensores das ditaduras, mesmo que empreguem muitas vezes a palavra democracia.

4 comentários:

  1. Completamente de acordo. Há um amargo de boca ao ver um partido como o PCP a partilhar a governação.

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  2. JRodrigues10:48

    Em post anterior dizia que "é dificil pensar com os dados viciados". Concordo. E pergunto: tem a certeza de que para esta análise não os tem viciados ou, no minimo, que tem todos os dados necessários para retirar as ilacções que dá à estampa ?

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  3. Sim, tenho. Os dados de que preciso são aqueles que resultam dos factos - ditaduras com a chinesa, que encarceram e matam pessoas por delito de opinião.

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  4. JRodrigues19:46

    E qual é a sua fonte para os factos que refere? Os média ocidentais?E isso não será o mesmo que avaliar a acção do governo pelo discurso da oposição ?

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