Olho para o pergaminho da pele
o espelho de uma vida a passar.
Olho para o engelhamento do corpo
com a surpresa de uma adolescência maravilhada
ou com a surda e pesada sapiência dos anciãos
sem saber por onde fugiram os rios
para onde deixei escapar as viagens
onde terei guardado os socalcos e as obrigatórias estações
ancorada em tantas e tão movediças e íngremes margens.
Muito bonito, Sofia.
ResponderEliminarLindo, Sofia!
ResponderEliminarParabéns .... Muita saúde e alegrias! Um dia feliz na companhia dos que mais amas! Beijos nossos
Obrigada, prima, ainda bem que gostaste.
ResponderEliminarObrigada, Emília. Bjs para todos e bom ano!
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