Digo muitas vezes que não e eu e ela e quem e mim e passa e mais e sou e mão e crescer e sinto e gente.
Digo muitas vezes luz e gosto e caminho e erros e nada e tempo e chuva e arder.
E digo mais vezes o que não digo.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Erwin de Vris Aguardo. A música varre o tempo amena a brisa que consola. Aguardo a voz de quem se esconde a terra aprisionada ...
Como disse alguém num comentário, hoje infelizmente perdido, mas não esquecido, nesse espaço infinito que é a blogosfera: haja quem fale, e continue a falar, por milhões de portugueses!...
ResponderEliminarObrigada Sofia pelas tuas palavras. Sobretudo por dizeres sempre, por não calares.
ResponderEliminarParabéns.
Adorei!!!!
ResponderEliminarQue continues com muito sucesso, merecido, diga-se desde jaá ;)
Beijos.
Obrigada.
ResponderEliminarÀs vezes dá-me um grande cansaço e calo-me... Mas são poucas, felizmente.
ResponderEliminarObrigada.
Obrigada!
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