Não há opiniões nem estados de alma do FMI, do BCE ou do Eurogrupo que não sejam gritadas nas primeiras páginas dos jornais, em todas as televisões, partilhadas nas redes sociais. Mas há conferências e discursos que, não fossem alguns blogues atentos, não chegariam a ninguém.
Manipulação informativa total e programada. O que é importante é insistir na radicalidade do Syriza ou seja, da irresponsabilidade do povo grego que teve a ousadia de escolher o governo errado, segundo a ideologia dos donos disto tudo.
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