21 dezembro 2013

Doces manhãs

 


 



Confeitaria Nacional, Lisboa


 


Lisboa, em Dezembro, fria e soalheira, apinhada de gente que olha, que distende os ombros e respira.


 


Do Largo Camões à Rua dos Fanqueiros, a minha mão na tua, vagueando por entre o ruído das conversas, dos passos vagarosos e dos eléctricos. As ruas estão enfeitadas, talvez menos que em outros natais mais desafogados, mas há muitos vermelhos e muitos verdes, algumas luzes e flores, estátuas de fadistas, pequenas feiras de livros, de licores, de pequenas lembranças artesanais que poderão aconchegar um pouco o natal de quem vende.


 


Os doces são uma tentação irresistível, como as manhãs na tua companhia.


 

1 comentário:

  1. Por vezes a realidade
    ultrapassa a ficção

    Tudo pelo melhor

    Bjs

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