Confeitaria Nacional, Lisboa
Lisboa, em Dezembro, fria e soalheira, apinhada de gente que olha, que distende os ombros e respira.
Do Largo Camões à Rua dos Fanqueiros, a minha mão na tua, vagueando por entre o ruído das conversas, dos passos vagarosos e dos eléctricos. As ruas estão enfeitadas, talvez menos que em outros natais mais desafogados, mas há muitos vermelhos e muitos verdes, algumas luzes e flores, estátuas de fadistas, pequenas feiras de livros, de licores, de pequenas lembranças artesanais que poderão aconchegar um pouco o natal de quem vende.
Os doces são uma tentação irresistível, como as manhãs na tua companhia.
Por vezes a realidade
ResponderEliminarultrapassa a ficção
Tudo pelo melhor
Bjs