29 fevereiro 2012

Penacova

 



 


Da janela parede envidraçada, em frente ao vale do Mondego, o olhar perde-se. Este pequeno intervalo no nevoeiro quotidiano, mesmo que o sol não brilhasse e o dia não estivesse tão esplendoroso, seria gota de mel em língua amarga, sequiosa de doce.


 


Para além da vista deslumbrante, a chanfana estava muito boa, com batatas e repolho cozido, embora temperado com um pouco de azeite a mais. A nevada de Penacova foi a novidade menos satisfatória - um pouco seca; o café rematou muito bem a refeição. Além disso não foi preciso pedir fatura, pois saía automaticamente.


 

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