25 dezembro 2011

Rituais


Tiago Taron: 24ª madrugada 


 


Quando se comparam longínquos rituais em que se calam frustrações e solidões não assumidas, percebe-se que a felicidade se forma de pequenos instantes que lembramos e reconhecemos como inspiradores quando passados, enquanto a infelicidade se sente sempre presente e pressente-se quando se encara o futuro.


 

5 comentários:

  1. paula21:19

    É tão verdade!
    ...e como dizia um destes dias, Herman José, em entrevista na TSF, quando questionado sobre aquilo de que sentia saudades, ele respondia "saudades? tenho dos momentos em que fui feliz e não o sabia"...
    Saibamos valorizar o presente e defender-nos da solidão do futuro.

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    1. paula15:09

      acho que não pink, quantas vezes olhamos para trás, e só agora nos apercebemos dos momentos em que fomos felizes, no passado, e não o sabíamos. mas posso estar errada, claro.

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  2. pink09:47

    Ter saudade de uma felicidade não reconhecida no momento, mas à posteriori,por ausência dela ou menor capacidade de sentii-la ou produzi-la,cheira-me a frase para enganar leitor ...ou o próprio!


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    1. paulo santiago23:37

      Não percebo este comentário,será que o/a pink nunca
      teve saudade de o cavalo da felicidade que lhe passou
      ao lado e não o montou?

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  3. pink09:53

    comentei herman josé!

    O texto da sofia não me parece exatamente a mesma coisa...

    ou é?

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